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Segurança em companhias aéreas já custou US$ 5,6 bilhões

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) disse que as medidas de segurança adotadas por companhias aéreas desde 2001 geraram custos adicionais ao setor de US$ 5,6 bilhões por ano. "A segurança é uma prioridade para as empresas e vamos continuar tratando do assunto com a maior seriedade", afirmou Anthony Concil, porta-voz da Iata. Ele destaca que, no caso das tentativas de atentado desta quinta-feira em Londres, as companhias envolvidas cooperaram "de plena forma" com os governos dos Estados Unidos e Reino Unido.Concil, porém, evitou comentar se as medidas tomadas nos aeroportos de Londres e dos Estados Unidos eram consideradas como excessivas pelo setor. "Os governos são responsáveis por essas medidas e pela segurança nacional. Por isso, não nos cabe comentar se estamos ou não de acordo com essas medidas", afirmou o representante da Iata, entidade com sede em Genebra e que reúne mais de 260 empresas aéreas de todo o mundo. As autoridades dos Estados Unidos e Reino Unido decretaram a interdição de qualquer líquido dentro dos aviões.As ameaças vêm em um momento em que o setor aéreo retomava seu crescimento, depois de cinco anos de crises simultâneas. O bom desempenho de algumas das economias mais importantes do mundo está, pelo menos por enquanto, neutralizando os impactos do aumento dos preços dos combustíveis nos últimos meses no setor aéreo.Nos últimos 12 meses, o tráfico de passageiros havia aumentado em 7% em comparação ao mesmo período do ano passado. "Ainda é cedo para dizer se as tentativas de ataques em Londres terão um impacto para o setor. Pode ser que haja uma repercussão local e temporária. Mas teremos de esperar para ver qual será o efeito", completou Concil.

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