Amanda Perobelli/Reuters
Amanda Perobelli/Reuters

Seis empresas engrossam fila de abertura de capital na Bolsa brasileira

Entre as companhias dispostas a fazer IPO, estão o Grupo Mateus, varejista do Nordeste, e a incorporadora Lavvi

Fernanda Guimarães, O Estado de S.Paulo

18 de agosto de 2020 | 05h00
Atualizado 21 de agosto de 2020 | 17h19

A corrida das companhias para aproveitar a janela para abertura de capital está intensa. Nos últimos dias, seis empresas protocolaram pedido para realizar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

Acabaram de entrar na fila agora a empresa de logística Sequoia, a Elfa Medicamentos, a EZ Inc (outra incorporadora), a companhia de varejo Grupo Mateus e a Alphaville, conhecida pelos condomínios de luxo.

A Sequoia planeja uma oferta primária e secundária. A operação será coordenada por BTG Pactual, Santander, Morgan Stanley e ABC Brasil. Os recursos da oferta primária, que vão irrigar o caixa da empresa, poderão ser usados para aquisições.

Já a Elfa Medicamentos também prepara uma oferta primária e secundária – a operação servirá para saída do fundo de private equity Pátria do negócio.

Enquanto isso a EZ Inc, braço de empreendimentos comerciais da Eztec, prepara uma oferta apenas primária. O prospecto da oferta destaca que o dinheiro a ser levantado será destinado para a aquisição de novos terrenos e projetos de imóveis comerciais em São Paulo, construção de projetos em desenvolvimento e reforço de estrutura de capital.

O Grupo Mateus, varejista do Nordeste, fez o pedido para uma oferta primária e secundária, que está sendo estruturada pela XP, Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander e Safra. “Somos a maior rede varejista de alimentos com capital 100% nacional e a quarta maior empresa de varejo alimentar do País”, diz o prospecto do Grupo Mateus.

E a Alphaville voltou a protocolar seu pedido de IPO para uma oferta primária e secundária. Como no caso da Elfa Medicamentos, o Pátria é acionista vendedor.

A Lavvi, do grupo Cyrela, está em uma fase mais adiantada no processo e já definiu a faixa indicativa de preço de seus papéis. Caso a precificação saia no valor mais alto, pretende arrecadar quase R$ 2,1 bilhões. Especializada em empreendimentos de alto padrão, a companhia quer estrear na B3 em 2 de setembro. 

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