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Seis passos para gastar menos com celular nas viagens internacionais

Levar um smartphone numa viagem de negócios no exterior pode ser complicado - e caro, mas algumas precauções podem evitar uma enorme dor de cabeça na volta

Economist.com, WASHINGTON

29 de janeiro de 2015 | 10h16


É preciso reconhecer: muitos daqueles que viajam a negócios são absolutamente dependentes de seus smartphones. Mas levar um celular numa viagem de negócios internacional pode ser complicado - e caro. 

Se não possui um telefone corporativo configurado para viagens internacionais, ou se simplesmente preferir trazer seu próprio aparelho quando viajar ao exterior, é útil saber algumas coisas para não se arrepender depois.

Eis um resumo de como fazer para usar o smartphone no exterior sem pagar uma fortuna:

1. Há dois padrões principais usados pelas operadoras de telefonia celular: GSM e CDMA. Se pretende fazer chamadas frequentes para fora do país, especialmente para locais onde o sinal de celular é fraco, o melhor é usar um telefone GSM. Verifique se o seu aparelho funciona nesse padrão (quase todos os celulares vendidos na Europa são compatíveis como GSM).

2.Verifique se o seu aparelho já foi destravado - ou seja, se ele não está preso a uma operadora de celular específica. Isso não costuma ser problema para os leitores europeus. Mas, nos Estados Unidos, terra dos contratos telefônicos de longo prazo, é importante garantir que seu aparelho funcione em outra rede quando estiver em outro país. Pergunte à sua operadora a respeito do desbloqueio. Se não desbloquear o telefone antes de viajar, será necessário pagar taxas de roaming (que podem ser caríssimas, especialmente em se tratando de dados) ou comprar de sua operadora um plano de roaming internacional, alternativa mais barata do que as taxas avulsas, mas mesmo assim mais cara do que a opção descrita abaixo.

3. Pode-se poupar um pouco ao entrar em contato com a operadora e solicitar a suspensão do serviço enquanto estiver viajando. Mas não é necessário fazê-lo.

4. Antes de viajar, pesquise as operadoras de celular que atuam no país que pretende visitar. Pergunte aos amigos que moram lá a respeito dos serviços que usam. Lidar diretamente com operadoras locais é quase sempre mais barato do que levar consigo seu serviço existente. Dependendo do país, pode ser que seus amigos possam conseguir o que você precisa: um módulo de identidade do assinante, conhecido popularmente como cartão SIM, vinculado a uma operadora local. Diferentes aparelhos aceitam cartões SIM de tamanhos diferentes, por isso, verifique o tamanho compatível com seu aparelho.

5. Quando chegar ao destino, basta comprar um cartão SIM de uma operadora local no aeroporto ou numa loja de conveniência. Na maioria dos países, basta apresentar o passaporte (em certos países é preciso encomendar um cartão SIM com antecedência; pesquise as informações do destino que pretende visitar). Certifique-se que o cartão é compatível com os dados no seu aparelho. Como pesquisou antes, será fácil conseguir um preço atraente. Insira o cartão SIM no smartphone (abaixo da bateria, em geral) e guarde seu cartão SIM original para usá-lo na volta. Ative o serviço (as instruções devem acompanhar o cartão) e pronto.

6. Use um aplicativo como WhatsApp ou Google Hangouts para enviar mensagens (em vez de pagar por mensagens SMS) e conecte-se às redes wi-fi sempre que possível para poupar ainda mais.

© 2015 The Economist Newspaper Limited. Todos os direitos reservados.

Da Economist.com, traduzido por Augusto Calil, publicado sob licença. O artigo original, em inglês, pode ser encontrado no site www.economist.com 

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