Sem acordo com FMI, reserva líquida cai, diz Aleluia

O líder do PFL na Câmara, José Carlos Aleluia (BA), disse que o novo acordo do governo com o FMI foi por necessidade. Segundo ele, o governo não tinha outra saída. "Se excluídos os empréstimos com o FMI, a reserva líquida (de US$ 47,8 bilhões em agosto) cai para US$ 18,2 bilhões. Se o governo não aceitasse o acordo, seria a menor reserva desde 1992", afirmou o líder. "O governo não foi ao FMI apresentando o fim da crise, mas sim porque não tinha outro caminho", disse Aleluia. "Não sou contra ir ao FMI, mas o governo faz uma tentativa de dissimular o acordo", completou.

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