Sem acordo do G-7, Japão cogita reunião de emergência do G-8

O grupo dos sete países mais industrializados se reúne nesta sexta para tratar da crise nos mercados mundiais

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado,

10 de outubro de 2008 | 10h04

O primeiro-ministro japonês, Taro Aso, que também preside o G-8 (grupo formado por Alemanha, Canadá, França, Itália, Reino Unido, Estados Unidos, Japão e Rússia), convocará uma reunião de emergência caso as autoridades financeiras do G-7 (que inclui Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Grã-Bretanha e os EUA), que se encontrarão em Washington nesta sexta-feira, não cheguem a um acordo sobre a crise mundial. "Caso as coisas não sejam concluídas, nós, como presidência (do grupo), convocaremos" uma reunião, afirmou Aso a repórteres.  Veja também:EUA estudam garantir dívida bancária e totalidade de depósitosReino Unido pede ação conjunta anticrise de socorro a bancosBush receberá ministros do G7 na Casa BrancaComo o mundo reage à crise Reino Unido congela ativos do banco islandês LandsbankiFMI age para garantir crédito a emergentesConfira as medidas já anunciadas pelo BC contra a criseEntenda a disparada do dólar e seus efeitosEspecialistas dão dicas de como agir no meio da crise A cronologia da crise financeira Veja como a crise econômica já afetou o Brasil  De acordo com o secretário de gabinete do governo, Takeo Kawamura, disse que o fato de o Japão ter superado uma crise financeira no final da década de 1990 garante ao país uma experiência preciosa. Segundo ele, o primeiro-ministro pretende "eliminar os receios sobre a atual crise financeira, mas ainda é necessário chegar ao estágio de delinear os detalhes". Na última quinta, o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, disse que o presidente dos EUA, George W. Bush, havia comentado sobre uma reunião do G-8 na terça-feira. A Casa Branca negou que haverá um encontro dos líderes na próxima semana, mas divulgou que Bush estava aberto à possibilidade de um encontro. As informações são da Dow Jones.

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