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Sem custos, OceanAir herda operações da BRA

Sem ter de desembolsar um tostão para adquirir formalmente a BRA, a OceanAir costurou um acordo que fará com que ela herde quase toda a operação da empresa. A companhia dos irmãos Folegatti parou de voar na quarta-feira da semana passada (dia 7) com uma dívida de US$ 100 milhões e 70 mil bilhetes em aberto. O acordo anunciado ontem pelo presidente da OceanAir, German Efromovich, prevê a transferência da frota da BRA para a OceanAir. Em troca, atendendo a um apelo do governo, a OceanAir bancará as operações de fretamento da BRA nos próximos 120 dias. Assim como fez no fim de semana, a OceanAir vai arcar com custos de combustível e tarifas aeroportuárias para que sejam realizadas viagens com aviões e tripulação da BRA, em vôos fretados que estavam programados antes da quebra da empresa. Com esse acordo, os 27 mil passageiros que possuem pacotes da agência PNX Travel terão suas viagens garantidas. Mas o acordo não contempla os 43 mil passageiros com bilhetes de vôos regulares. A incorporação da frota da BRA representa um grande salto para a OceanAir - que deverá ser rebatizada em 2008 de Avianca, empresa colombiana que pertence a Efromovich. Hoje a OceanAir possui 13 Fokkers 100, dois Boeings 767 e um Boeing 757. Com os Boeings da BRA, a OceanAir antecipa um crescimento que viria apenas com a chegada de uma encomenda de 30 Airbus A320, com entregas previstas para o período de 2008 a 2012. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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