Renato Cerqueira/Futura Press
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Sem novidades entre EUA-Irã, bolsas reduzem baixas

Ibovespa cedeu 0,18%, aos 116.661,94 pontos, depois de recuar para a casa de 115 mil pontos pela manhã

Agência Estado

07 de janeiro de 2020 | 18h46

A troca de ameaças entre Estados Unidos e Irã mantém a cautela na maioria dos mercados, mas as eventuais reações negativas são comedidas, na medida em que a verborragia prevalece sobre a ausência, até agora, de reações efetivas.

Mesmo assim, os investidores ainda adotam uma posição mais defensiva, como mostra o comportamento majoritariamente negativo das bolsas nos Estados Unidos e no Brasil. Já o petróleo, por exemplo, devolveu os ganhos e acabou em queda.

Por aqui, o Ibovespa cedeu 0,18%, aos 116.661,94 pontos, depois de recuar para a casa de 115 mil pontos pela manhã, quando dúvidas em relação à data de assinatura de um acordo comercial entre EUA e China ajudaram a deixar os investidores na retranca.

Os agentes, contudo, foram relativizando esses riscos e, em alguns casos, encontraram espaço para compra de papéis. É o caso das ações da Azul, que tiveram ganhos de 3,31% após os dados de tráfego firmes, e da Marfrig, que subiram 3,07% após o Santander elevar a recomendação à empresa.

Dólar

No mercado cambial, o dólar operou sem direção única ante seus pares, terminando praticamente estável ante o real, com discreta valorização de 0,04%, a R$ 4,0646 no balcão.

Mas não foi apenas na Bolsa que houve espaço para correções. Na medida em que o dólar também se acomodou no Brasil, depois de se aproximar de R$ 4,10 mais cedo, os investidores em juros passaram a "operar fundamentos".

Juros

Isso ajuda a explicar o recuo das taxas curtas, diante de mais uma leitura menos pressionada de um índice de inflação. O IPC-Fipe, conhecido na madrugada, veio abaixo da mediana e sinalizou uma certa acomodação no preço das carnes, permitindo alguma retirada de prêmios. A taxa do DI para janeiro de 2021 cedeu ao menor nível desde 30 de outubro.

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