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Senado adia CPI da Petrobras para ouvir presidente da estatal

Líderes de partido querem que Gabrielli explique, primeiro, denúncia de manobra contábil na empresa

Eugênia Lopes, de O Estado de S. Paulo,

14 de maio de 2009 | 12h50

Os líderes dos partidos do governo e da oposição no Senado decidiram nesta quinta-feira, 14, suspender temporariamente a ideia de levar adiante a proposta de criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a Petrobras. Eles acertaram que, primeiro, tomarão o depoimento do presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, para que explique a denúncia de que a empresa teria feito manobra contábil supostamente irregular para adiar o pagamento de R$ 4 bilhões em impostos.

 

Na última quarta, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) protocolou junto à Mesa Diretora do Senado um requerimento de criação de uma CPI da Petrobras. Mas foi acertado entre os líderes governistas e oposicionistas que Gabrielli será ouvido daqui uma semana e meia, em audiência conjunta da Comissão de Assuntos Econômicos, Comissão de Infraestrutura e Serviços e Comissão de Constituição e Justiça.

 

No entanto, se o presidente da estatal não for convincente nas explicações, a proposta de criação da CPI será levada adiante. O requerimento de Álvaro Dias conta com assinaturas de 32 senadores - 12 do DEM, 13 do PSDB, 1 do PDT, 2 do PTB e 4 do PMDB.

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