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Senado aprova projeto de financiamento dos EUA

Conjunto de medidas deverá evitar paralisação do serviços administrativos em 2012

Agência Estado,

17 de dezembro de 2011 | 15h27

WASHINGTON - O Senado dos EUA aprovou o projeto que mantém o financiamento do governo até o final do ano fiscal de 2012, com a iminência de o governo ter de paralisar algumas de suas atividades por falta recursos forçando uma decisão que abrange quase todo tipo de programa federal. O placar de 67 votos a favor e 32 contrários coloca um fim a um ano conturbado no Senado e ocorre após os parlamentares aprovarem um acordo para prorrogar por apenas mais dois meses a redução do imposto que os trabalhadores pagam para sustentar a Seguridade Social e a extensão dos benefícios do auxílio-desemprego.

A votação deste sábado no Senado garante que o governo norte-americano será financiado até o final do ano fiscal. A divergência entre os partidos sobre como manejar os déficits orçamentários levou o Congresso a optar por um pacote que estabelece gastos discricionários de US$ 915 bilhões para os nove meses e meio remanescentes do ano fiscal, uma redução em relação ao montante do ano anterior.

A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou a mesma medida no início desta semana. Agora, o texto segue para sanção do presidente Barack Obama.

Os democratas vinham usando a necessidade de aprovação da legislação como uma moeda para barganhar, em negociações separadas, apoio a uma popular medida de redução de impostos, recusando-se a assinar o plano de gastos até que os Republicanos concordassem com a prorrogação da redução do imposto sobre a contribuição dos trabalhadores.

Com a possibilidade de o governo ter de paralisar algumas de suas atividades por falta de recursos, os democratas cederam e concordaram com o plano que prorroga por apenas dois meses a redução do imposto que os trabalhadores pagam para sustentar a Seguridade Social, o que fará com que o Congresso tenha de discutir novamente o assunto no início do próximo ano.

Anteriormente, o Congresso e a Casa Branca haviam concordado em reduzir o imposto que os trabalhadores pagam para financiar a Seguridade Social em 2011 para 4,2% sobre os rendimentos, de 6,2%. As informações são da Dow Jones. (AE)

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