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Senado dos EUA aprova corte de US$ 350 bilhões em impostos

O Senado norte-americano aprovou ontem à noite, com pequena maioria, um programa de corte nos impostos de US$ 350 bilhões, incluindo suspensão por três anos dos impostos pagos por individuais sobre os dividendos recebidos das empresas. Pela proposta aprovada, os impostos sobre dividendos serão reduzidos em 50% neste ano, suspensos por três anos e voltarão a vigorar em 2007. A aprovação deste ponto representa uma grande vitória a administração Bush. Por 51 votos a favor e 49 votos contra, o Senado deu aval para um plano que prevê a criação de novos empregos e a reativação da economia por meio da redução dos impostos sobre os rendimentos. A proposta prevê gastos mais generosos para encorajar as pequenas empresas a investir. Três democratas votaram junto com os republicanos: Evan Bayh, da Indiana; Zell Miller, da Georgia; e Ben Nelson, da Nebrasca. Os republicanos Lincoln Chafee, de Rode Island; John McCain, do Arizona; e o senador Snowe, de Olímpia, se opuseram à proposta.Durante os dois dias de debates, várias emendas foram realizadas ao original enviado pela administração, como a permissão para que as companhias norte-americanas paguem impostos menores para repatriarem recursos de operações realizadas no exterior. A taxa para repatriação de recursos caiu para 5,2%, de 35% cobrada anteriormente. O Senado adotou ainda uma emenda para evitar que as companhias recorram ao reembolso de impostos pagos sobre lucros sobreestimados. A emenda irá elevar a pena criminal para esses casos, chamada de imposto sobre fraude. Para manter o saldo em US$ 350 bilhões, a lei eleva mais de 40 impostos. Democratas condenaram o programa, considerando-se fiscalmente irresponsável, especialmente diante de déficits entre US$ 350 bilhões a US$ 450 bilhões no orçamento. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

16 de maio de 2003 | 09h25

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