Senado dos EUA não aprova limitar debate sobre dívida

O Senado norte-americano não aprovou o voto de procedimento para limitar o debate em torno do aumento no teto do endividamento do governo dos EUA e assegurar que a medida seja votada definitivamente nas primeiras horas da segunda-feira. Essa derrota dos democratas no Senado, entretanto, amplia o prazo para as discussões entre os líderes e indica que as lideranças dos dois partidos ainda não chegaram a um acordo.

AE, Agencia Estado

31 de julho de 2011 | 15h50

Apesar da derrota, o resultado no Senado foi importante, porque indica que o projeto do líder da maioria (democrata) no Senado, Harry Reid, que eleva o teto da dívida em US$ 2,2 trilhões, o que seria suficiente para permitir ao governo funcionar até 2013, e corta os gastos públicos em US$ 2,2 trilhões nos próximos dez anos, continua sendo uma possibilidade para o acordo final.

Após a votação, Reid disse que o acordo entre o líder da minoria, Mitch McConnell, e o Presidente Barack Obama não foi concluído, mas se manteve otimista em relação a uma conclusão positiva antes do prazo final no dia 2 de agosto. O líder do Senado advertiu que novos votos poderão ser garantidos no final deste domingo.

Os senadores republicanos têm reunião marcada antes da votação final, quando McConnell deve atualizar seus parceiros sobre as negociações em torno do acordo para o aumento no teto de endividamento dos EUA. O adiamento dessa reunião indica que as discussões entre os líderes partidários ainda não terminaram. As informações são da Dow Jones.

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