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Senado dos EUA rejeita plano dos democratas para elevar teto da dívida

País precisa aumentar o limite legal de endividamento para evitar calote nos credores no dia 2 de agosto 

Economia & Negócios,

31 de julho de 2011 | 14h53

O Senado dos Estados Unidos, apesar de ser de maioria democrata, rejeitou neste domingo (31) o plano do partido do governo para elevar o teto da dívida do país.

A proposta teve 50 votos a favor e 49 contra. Para ser aprovada, precisaria de 60 senadores favoráveis.

Os EUA já têm uma dívida pública de US$ 14,3 trilhões, o máximo permitido por lei. Caso não aprove um aumento desse teto legal, o país pode ter que suspender os pagamentos aos credores no dia 2 de agosto.

Desde a sexta-feira 29, esta é a terceira vez que um projeto de elevação do teto da dívida é barrado no Legislativo.

Na noite de sexta, o Senado rejeitou uma proposta apresentada pelo republicano John Boehner, de elevar o limite de endividamento em US$ 900 bilhões e exigir cortes de despesas do governo no valor de US$ 2,4 trilhões nos próximos dez anos. Os democratas não aceitam essa proposta basicamente por dois motivos. Primeiro, porque eles defendem corte de gastos combinado com aumento de impostos sobre os 2% mais ricos do país. Segundo, porque esse aumento de US$ 900 bilhões permitiria ao governo manter o pagamento aos credores por seis meses, de modo que, em 2012, ano eleitoral, o Congresso teria que votar novamente a elevação do teto.

No sábado, a Câmara, de maioria republicana, rejeitou a proposta dos democratas. O plano consistia em elevar o teto da dívida em US$ 2,4 trilhões (suficiente para o governo pagar credores até 2013) e cortar gastos no valor de US$ 2,2 trilhões em dez anos.

(Com agências internacionais)

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