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S&P mantém rating do Japão em AA-/A-1+

A Standard & Poor anunciou nesta sexta-feira que mantém o rating de crédito soberano de curto prazo e de longo prazo do Japão em "A-1+" e "AA-", respectivamente. A perspectiva do rating de longo prazo é negativa.

AE, Agencia Estado

18 de outubro de 2013 | 03h13

Segundo a agência de classificação de risco, o Japão é um país que tem uma forte posição externa, com economia próspera e diversificada e que tem apresentado uma melhora da estabilidade política. Além disso, a S&P sugere o sistema financeiro estável contrapõe a posição fiscal mais fraca do país.

A S&P avalia que os nove primeiros meses de gestão de Shinzo Abe como primeiro-ministro impulsionaram as perspectivas econômicas de curto prazo.

Já o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) se comprometeu a dobrar base monetária do Japão. Além disso, estão surgindo os primeiros indícios de que o programa de flexibilização monetária quantitativa e qualitativa está gerando resultados, como por exemplo a elevação da inflação, embora alcançar a meta de 2% para o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) até 2014 sem aumentar a volatilidade do mercado ainda representa um desafio.

A agência de classificação de risco considera que as medidas para o setor fiscal foram pequenas. A elevação do imposto sobre vendas a partir de abril de 2014 foi considerado um importante passo para alcançar o déficit orçamentário ideal, avaliou a S&P.

Além disso, a S&P acredita que há pouco progresso em medidas para melhorar a

participação dos trabalhadores, para introduzir maior flexibilidade laboral e para reduzir as barreiras à concorrência no setor dos serviços domésticos.

Para a agência de classificação de risco, a avaliação positiva pode ser atribuída à melhora da estabilidade política depois que a coalizão do governo recuperou a maioria na Câmara Alta.

Ainda assim, a S&P sinaliza que está disposta a rebaixar os ratings de crédito soberano do Japão caso o governo do país não leve adiante as reformas necessárias.

A perspectiva do rating de longo prazo permanece negativa, refletindo os riscos fiscais de médio prazo e o desempenho econômico do país. Fonte: Dow Jones Newswires.

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