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Série especial aborda a reforma trabalhista

'A Reconstrução do Brasil' apresenta neste domingo, 30, as medidas que precisam ser adotadas para aumentar a produtividade e a competitividade do Brasil

José Fucs, especial para o Estado, O Estado de S.Paulo

28 de outubro de 2016 | 19h53

Neste domingo, o Estado publica uma reportagem especial sobre a reforma trabalhista, a sexta da série “A reconstrução do Brasil”. Além de abordar o atraso da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e seu efeito perverso na produtividade e na competitividade do País, a reportagem apresenta as principais medidas que devem fazer parte da reforma trabalhista, como os acordos coletivos, a terceirização e a flexibilização da jornada de trabalho. A reportagem também aborda a chamada “indústria das indenizações”, que prospera com a complacência da Justiça do Trabalho e a má fé de muitos advogados que atuam na área. “O empregado tem um custo enquanto trabalha e um custo depois que deixa o emprego – e não dá para fazer nenhuma previsão de quanto ele pode custar no final", diz Almir Pazzianotto Pinto, ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Lançada pelo Estado em setembro, a série “A reconstrução do Brasil” pretende oferecer uma contribuição para o debate sobre os grandes desafios do País pós-impeachment e apresentar soluções para a atual crise política, econômica, ética e social. A série já abordou cinco temas de alto impacto na vida das empresas e dos cidadãos – a reforma constitiucional, a reforma política, o equilíbrio das contas públicas, os privilégios do funcionalismo e a reforma da Previdência. As reportagens estão reunidas numa página exclusiva criada pelo Estado.

A página traz também um conjunto de entrevistas exclusivas, encorpado a cada nova reportagem da série, e a repercussão das propostas com líderanças nacionais, como o ministro das Relações Exteriores, José Serra, e o ex-ministro Guilherme Afif Domingos. Há também entrevistas com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-ministro da Justiça e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Nelson Jobim, o ex-ministro da Fazenda, do Planejamento e da Agricultura, Antonio Delfim Netto, o ex-ministro da Fazenda e do Meio Ambiente Rubens Ricupero, e o economista Paulo Leme, presidente do Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento americanos, no Brasil.

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