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Sete Brasil pode abrir capital em três anos

A Sete Brasil, empresa recém-criada para concentrar os investimentos e administração de sondas de perfuração da Petrobrás, pode ter seu capital aberto dentro de três anos, disse ontem o gerente de estratégia de investimentos da Previ, Wanderley Rezende, em debate no Rio Oil Gas Outlook.

Kelly Lima, O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2011 | 00h00

"Estudamos muito os benefícios de investir nesse tipo de projeto. A primeira intenção é ter sete plataformas de perfuração, mas não ficaremos apenas com essas encomendas e vamos atrás de outras", disse.

A Sete Brasil terá, no máximo, 10% de participação da Petrobrás. Os outros investidores serão os fundos de pensão Petros, Previ, Funcef e Valia, além dos bancos Santander, Bradesco e o FI-FGTS. "Como cotistas, vamos investir R$ 150 milhões, ou até 25% do investimento total do Fundo de Investimento em participações, como nos é permitido", disse.

As primeiras sete sondas serão construídas pelo Estaleiro Atlântico Sul e serão arrendadas à estatal para perfurar poços do pré-sal. "Acredito que os fundos de pensão no Brasil têm um papel importante no financiamento do desenvolvimento do pré-sal", afirmou.

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