Setor de álcool muda comportamento da indústria de SP

O setor de açúcar e álcool está provocando uma mudança no comportamento do emprego industrial paulista. O ciclo de plantio e colheita, que tradicionalmente durava entre seis e sete meses, agora se ampliou para oito a nove meses. Isso significa, na avaliação do diretor do Departamento de Pesquisas Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Francini, que muitos empregadores passaram a considerar menos oneroso manter os empregados contratados a demiti-los para recontratá-los três meses depois, quando tem início o ciclo da nova safra. Em valores absolutos, o setor de açúcar e álcool criou 93.114 empregos no ano, enquanto todo o resto da indústria de transformação gerou até novembro 86.886 postos.

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