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Setor de máquinas agrícolas pede redução de taxa

O setor de máquinas e implementos agrícolas pediu hoje ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, a redução da taxa flat de 4%, cobrada pelos bancos sobre os empréstimos concedidos para a aquisição desses equipamentos e também para tratores e colheitadeiras. Criada em 2004, a taxa flat é recolhida pelos fabricantes e destinada para a formação do fundo de equalização junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O fundo garantiria perdas com um descolamento entre os juros praticados nas linhas de financiamento e eventuais variações da inflação.O pedido foi feito por representantes da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e por deputados da Comissão de Agricultura da Câmara. Eles justificaram ao ministro que com a taxa de juros para o setor já em 6,75% ao ano para a maioria dos empréstimos, e a inflação está em torno de 4,5%, sem previsão de novas altas, a cobrança da taxa flat é injustificada. Cálculos do setor apontam que o fundo criado com a taxa já tem R$ 1 bilhão em recursos que nunca foram utilizados.

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