Setor de seguros avalia que Brasil superou o 'pior da crise'

Para o presidente da CNSeg, setor de seguros no Brasil não sofreu nenhum impacto com a recessão

Leonardo Goy, da Agência Estado,

15 de setembro de 2009 | 10h51

O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), João Elísio Ferraz de Campos, disse nesta terça-feira, 15, que o pior da crise financeira internacional já passou. "Temos de tomar cuidado, mas creio que o pior já passou. O Brasil tem traçado um caminho excelente e já se sente a retomada", disse Campos, que integra o Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) que se reúne nesta terça-feira em Brasília para avaliar as medidas tomadas pelo governo para o combate à crise financeira global.

 

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Campos ressaltou que o Brasil foi beneficiado no combate à crise, pelo fato de já ter uma sólida base econômica, desde a época do Plano Real. "Tivemos, por exemplo, no Brasil, um Proer, que garantiu bancos fortes",, disse. Segundo ele, o setor de seguros no Brasil não sofreu nenhum impacto com a crise. "Até pelo fato de nossa regulação ser rígida, nossas seguradoras estavam todas bem enquadradas", afirmou. Segundo Campos, por se tratar de um mercado ainda relativamente pequeno no Brasil, a tendência do setor de seguros é de crescer sempre. Tanto assim, disse o executivo, a elasticidade do crescimento do setor, em relação ao PIB, é de mais de duas vezes.

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