Setor de serviços começa 2014 com menos fôlego, diz IBGE

O setor de serviços começou o ano de 2014 apresentando uma tendência de desempenho menor do que no ano passado. O crescimento da receita nominal em 12 meses até janeiro deste ano ficou em 8,5% (sem descontar a inflação do período). Em igual mês de 2013, essa taxa acumulada era de 9,8%.

IDIANA TOMAZELLI, Agencia Estado

18 de março de 2014 | 10h25

"É uma tendência de desempenho menor em relação a 2013. O setor de serviços acompanha, ele é complementar em relação a outras atividades, como indústria, comércio e agricultura", afirmou o técnico da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Roberto Saldanha.

"Os serviços refletem principalmente a demanda empresarial. E, desde o ano passado, os serviços vêm mostrando menor demanda dos segmentos empresariais como um todo. É a desaceleração (na atividade econômica) que chega ao setor de serviços", acrescentou.

Saldanha ainda notou que, desde o terceiro trimestre de 2013, a taxa em 12 meses da receita nominal de serviços tem se mantido no mesmo patamar, ao redor de 8,5%, uma mostra da desaceleração na atividade. "Mas, mesmo descontando a inflação, tem um crescimento real", sustentou. A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) ainda não conta com um deflator.

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