Helvio Romero/Estadão
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Setor de serviços tem recuo de 0,2% em agosto, diz IBGE

Queda em relação ao mesmo mês do ano passado foi ainda maior, de 1,4%, já descontado o feito da inflação

Daniela Amorim, O Estado de S.Paulo

11 de outubro de 2019 | 09h44

RIO - O volume de serviços prestados caiu 0,2% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, informou nesta sexta-feira, 11,  o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, o resultado foi revisto de uma alta de 0,8% para 0,7%.

O resultado veio perto da mediana das estimativas (-0,05%) e dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam desde uma queda de 0,90% a um avanço de 0,90%.

Na comparação com agosto do ano anterior, houve queda de 1,4% em agosto de 2019, já descontado o efeito da inflação. O recuo foi maior que a mediana (-1,00%) das projeções nessa base de comparação - as estimativas iam de queda de 2,70% a aumento de 0,10%, com mediana negativa de 1,00%. A taxa acumulada no ano foi de 0,5%. Em 12 meses, houve elevação de 0,6%.

O mau desempenho em agosto de 2019 ante agosto de 2018 foi agravado pelo "efeito calendário": este ano o mês teve um dia útil a menos que no ano passado. Se neutralizado o efeito do dia útil a menos, o recuo teria sido de 1,0%, apontou Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa no IBGE.

Na comparação com agosto de 2018, duas das cinco atividades tiveram queda. O segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com retração de 7,9%, exerceu a principal influência negativa sobre a média global. O setor de serviços profissionais, administrativos e complementares também encolheu: -2,6%.

Por outro lado, houve avanços nos serviços de informação e comunicação (4,6%), outros serviços (5,7%) e serviços prestados às famílias (0,9%). O agregado de atividades turísticas teve recuo de 2,9% em agosto deste ano ante agosto do ano anterior.

Desde outubro de 2015, o órgão divulga índices de volume no âmbito da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Antes disso, o IBGE anunciava apenas os dados da receita bruta nominal, sem tirar a influência dos preços sobre o resultado. Por esse indicador, que continua a ser divulgado, a receita nominal caiu 0,1% em agosto ante julho. Na comparação com agosto de 2018, houve aumento na receita nominal de 2,3%.

 

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