Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Setor de Telecomunicações é campeão de inadimplência novamente

O maior indicador de inadimplência no mês de outubro foi, mais uma vez, observado no ramo de telecomunicações, com índice de cheques devolvidos de 8,12%, aumento de 30,97% em relação a setembro (6,2%), apontou a pesquisa mensal da Telecheque, que leva em conta o volume financeiro e não a quantidade de folhas de cheques devolvidas em cada segmento. As lojas de aparelhos telefônicos são líderes em inadimplência desde janeiro. Nos postos de gasolina, o índice de cheques devolvidos em outubro foi de 2,19%, superior em 18,38% ao mês anterior (1,85%). Nas farmácias e drogarias também houve alta da inadimplência. O índice de cheques devolvidos (2,29%) foi maior 7,01% no comparativo com setembro (2,14%). O segmento de eletrodomésticos apresentou índice de cheques devolvidos de 2,78%, superior 38,31% em relação ao de setembro (2,01%). Já no segmento de roupas unissex, o índice de inadimplência de 4,26%, embora alto, representou queda de 4,91% comparado ao do mês anterior (4,48%). QuedaUm dos menores indicadores foi registrado pelo segmento de materiais de construção e comércio de ferragens, que teve, em outubro, um índice de cheques devolvidos de 1,53%. Esse índice foi 7,83% inferior ao apurado no mês anterior (1,66%).Os outros segmentos que registraram baixos indicadores de inadimplência foram o de entretenimento, brinquedos e ótica. No ramo de entretenimento (lazer, termas, cinemas, teatros e boates), o índice de cheques devolvidos em outubro foi de 0,83%, mas representou alta de 102,43% em comparação com setembro (0,41%). O mesmo ocorreu no segmento de brinquedos, com índice de inadimplência de 1,15%, superior 66,66% em relação ao do mês anterior (0,69%). Já o segmento de óticas registrou índice de inadimplência de 1,28%, queda de 33,33% comparando-se com setembro (1,92%).

Agencia Estado,

01 de dezembro de 2004 | 17h54

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.