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Em 2002, comprei um Peugeot Soleil 206, e um funcionário desatento do Detran cadastrou o n.º de motor errado, o que eu ignorava. Depois comprei um Prisma (GM) e dei o Peugeot, já quitado, como parte do pagamento (dei boa parte do valor em dinheiro e financiei a diferença), e a GM só descobriu que o n.º estava errado quando o negócio já havia sido fechado. O problema, agora, é que a GM não desfaz o negócio porque o carro já foi faturado, e a Peugeot diz que a regularização da pendência no Detran leva 2 meses. Assim, pago financiamento de um carro que não tenho, e uso um que já foi vendido.ANDRESA PERESSão Bernardo do Campo/SPA Peugeot responde:"A documentação para regularização no Detran foi entregue pela cliente em 5/12 e a carta seria entregue ao Ciretran Diadema e ao Detran-SP até 19/12. A partir da entrega, o prazo de regularização é de 30/60 dias."No dia 28/1, a leitora informou que já pagou 3 parcelas e o IPVA do carro novo, mas a GM só o liberará quando a situação do carro antigo estiver acertada. A Peugeot encaminhou carta para o Detran, mas ainda espera uma solução.Em dezembro, fui à Viamar Morumbi, conc. Chevrolet, para a revisão de 15 mil km do meu Celta. O manual do proprietário diz que a revisão é feita ?sem ônus?, mas cobraram R$ 348, ref. a óleo e filtros (OK), 120 pela limpeza de bicos, e 100 de alinhamento/balanceamento. No manual, verifiquei que alinhamento e balanceamento são exceções à revisão gratuita, o que anula o sem ônus. Liguei no SAC para reclamar, mas a atendente nada sabia e me pôs ouvindo música até a linha cair.LEANDRO MEIRELESVila SuzanaA GM responde:"O SAC Chevrolet e a concessionária passaram ao cliente os esclarecimentos cabíveis."O leitor comenta:Os ?esclarecimentos? se limitaram a reafirmar o conteúdo do manual de garantia do carro.Em 2/1/07, comprei um Ford Focus zero-km. Meses depois, o visor do painel de instrumentos trincou e eu o levei à Sandrecar Sto. André, onde me disseram para reclamar na montadora, porque não deveriam trocar o painel inteiro, só o visor. O gerente da Sandrecar tirou foto do painel, mas a Ford negou a troca em garantia, porque a causa seria ?ação de agente externo?. Que agente seria capaz de atravessar o volante e bater no visor? O carro não sofreu acidente. A concessionária diz que a Ford não pediu a foto, e não autoriza o serviço porque ?essa peça nunca deu problemas na garantia?.EDUARDO SILVA VILLELASanto André/SPA Ford responde:"O cliente foi atendido pela Sandrecar e o caso foi resolvido."FÁBIO DONELI - OuvidoriaApós queixa no Procon, a peça foi trocada - na garantia.No final de 2007, comprei um Logan Renault zero-km financiando parte do valor e pagando o resto em 36 parcelas (R$ 567,05), mas o boleto veio no valor de R$ 570,44, ref. à diferença de R$ 3,39 pela ?tarifa de emissão do carnê?. Na concessionária informam que a taxa é cobrada em todos os financiamentos. Em 36 meses, esse valor é igual a R$ 122,04 (e isso não é informado no contrato).AIR FARIA de CASTRO JÚNIORCapitalA Renault responde:"Não temos como intervir nas taxas cobradas pelo banco para o envio dos boletos."Em 10/4/07 realizei um sonho, ao comprar meu primeiro carro zero-km, um Honda New Civic LXS. Em 28/11 levei-o para a 1.ª revisão e avisei que havia um barulho estranho. Em princípio, parecia ser na roda dianteira direita, e trocaram o coxim do escapamento e a bucha da caixa de direção. Mas o ruído continuou e o carro voltou para a concessionária em 3/12; retirei-o no dia 6, com diagnóstico de barulho (consertado) no pára-choque dianteiro, mas ele continuou. Deixei-o lá de novo no dia 17 e eles trocaram o pivô da bandeja dianteira direita, a bucha do amortecedor e o batente. Antes de levá-lo de novo à concessionária, peço uma resposta oficial da Honda sobre qual seria o real problema.ANTÔNIO CARLOS de OLIVEIRA FREITASCapitalA Honda responde:"Pedimos que o cliente leve o carro à concessionária de sua preferência e contate o SAC, para nova avaliação, com acompanhamento direto nosso."O leitor enviou o carro em 21/1 e o recebeu no dia seguinte, após conserto do escapamento. O problema está sanado, mas ele espera ?um dia sem chuva? (a umidade camufla o ruído), para ter certeza da solução.Comprei um Fox zero-km na Sabrico; em 15/12, ao tirar o carro da garagem, meu marido viu que uma roda esquerda estava quebrada. Chamamos o guincho e o carro foi reparado no mesmo dia. Dia 24, a mesma roda fez barulho, numa via movimentada, a 80 km/h. O carro pendeu para a esquerda, a direção se descontrolou e os freios não funcionaram. Usamos a separação da via (as ?tartarugas?) para ajudar na frenagem, o que avariou a parte inferior do carro - mas evitamos um acidente mais grave. Chamamos o guincho e ele está até hoje (15/1) parado na Sabrico. Apesar da garantia, a Sabrico alega que teremos de assumir uma despesa de R$ 7.753,25, pois os técnicos concluíram que esse tipo de reparo não é coberto pela garantia - embora o acidente tenha sido causado pelo vício de fabricação anterior. As duas vezes em que o carro foi guinchado e o primeiro conserto foram cobertos pela garantia.WILMA dos REISPerusA Volkswagen responde:"O veículo foi avaliado pelo nosso representante regional e áreas técnicas. Segundo o diagnóstico, o acidente atual não tem relação com o reparo anterior."Dia 30, o marido de d. Wilma informou que, após ela escrever ao jornal e entrar com queixa no Procon, a VW consertou o carro mas avisou que enviará a fatura. A questão será resolvida em audiência no Procon.No Chile, vi um Toyota Corolla XEi automático, com bancos de couro, kit de neblina, sensor de retrocesso, bluetooth FX-1000 e rodas de liga leve, pelo equivalente a R$ 36 mil, já com impostos. O carro também é fabricado no Brasil, e tenho direito a isenção de IPI e ICMS por ser portador de deficiência. Mesmo assim, ele aqui custaria o dobro. Penso que quando o dólar chegou a quase R$ 4, as montadoras aumentaram os preços - mas não os baixaram quando o dólar baixou. JOSÉ FELIPE LIMA VUOLOCapitalA Toyota responde:"Para adquirir automóveis, as pessoas portadoras de deficiência recebem isenção de ICMS (caso o valor seja de até R$ 60 mil) e de IPI (se for produzido localmente). A Toyota oferece para esse público o Corolla XLi automático, que atende a todas essas isenções, pelo valor de R$ 42.660. A versão XEi automática, por custar acima de R$ 60 mil não pode receber isenção de ICMS, somente de IPI. Quanto às diferenças de preços dos automóveis da Toyota no Chile e no Brasil, se deve às diferentes políticas de tributação desses países e à política de exportação comercial da matriz da Toyota no Japão."

O Estadao de S.Paulo

04 de fevereiro de 2008 | 00h00

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