Seus direitos

Bancos e cartõesEm outubro, roubaram o meu cartão de crédito Visa Santander-Banespa em Santiago do Chile. Cancelei-o imediatamente, mas o ladrão já havia feito compras no valor de R$ 7.755. Mais de quatro meses depois, a empresa está me cobrando esse valor. Tomei todas as providências legais necessárias (fiz um BO no Chile no dia do roubo e outro no Brasil, quando cheguei), e não concordo com essa dívida.CECÍLIA HOKUMURA REISBotucatu/SPSantander-Banespa responde:"Contatamos a leitora esclarecendo que o seu contrato prevê ser responsabilidade do titular a guarda e o uso do cartão. Na ocorrência de furto, roubo ou extravio, cabe ao titular informar imediatamente à Central de Atendimento, ciente de que, na inexistência de seguro - como no caso -, as transações feitas até o registro no Atendimento serão de sua responsabilidade. Assim, não existe amparo legal para o ressarcimento," A leitora comenta:Para uma cliente antiga (+ de 30 anos), a atitude foi de extrema desconsideração. Só as transações feitas por mim são de minha responsabilidade, cabendo ao banco comprovar se devo pagar as transações de terceiros (criminosos do Chile). Nunca fui obrigada a ter seguro de proteção contra furto e roubo para um cartão cujo nome já o define: cartão de crédito.Recebi em 16/3 uma carta do Unibanco informando um débito retroativo de taxas referentes a saques feitos em caixas eletrônicos em 2007. Até janeiro deste ano tive uma conta-salário nesse banco (por sete anos), e nunca tive de pagar tarifas. A conta, vinculada ao meu emprego, era isenta da tarifas de DOC, entre outras vantagens. Se os saques na Rede 24 Horas não eram isentos de taxas, e, por algum erro, o Unibanco deixou de cobrá-las, acredito que ele deva assumir o erro e o prejuízo.KARIN TEPLUKCapitalO Unibanco responde:"Contatamos a cliente informando que ela deve desconsiderar a carta. A cobrança não será feita."Tentei pagar a fatura do Itaú/Extra numa loja do Grupo Pão de Açúcar, mas não aceitaram o pagamento porque o valor da fatura era superior ao limite autorizado na loja. Tive de pagá-la no banco, que cobrou uma tarifa de R$ 3,99. Pagarei os valores parcelados, mas cancelei o cartão.ZEFERINO CUNHA MENDES NETOSantos/SPO Itaú responde:"A Financeira Itaú CBD S/A contatou o leitor pedindo desculpas pelo transtorno e esclarecendo as providências para resolver a questão. Desde o final de fevereiro, todas as lojas Pão de Açúcar aceitam pagamentos de qualquer valor."Comprei um título de capitalização Credicard Citi para pagar em 60 meses. O título venceu em fevereiro, e tento resgatá-lo desde 21/2, sem conseguir. Os atendentes só dão desculpas e o depósito é adiado. Já enviei e-mails e telefonei, mas a resposta é sempre evasiva e não definem a data do resgate.NELSON WARMBRANDCapitalO Credicard Citi responde:"A situação está regularizada. Creditamos o valor em conta e contatamos o cliente para os devidos esclarecimentos."CARLOS GALLI - OuvidoriaNo dia 14/3, recebi fatura do cartão Unicard de R$ 1.656,28, com data de 20/2 - mas cancelei o cartão em 21/1. Telefonei para o Atendimento, esperei 40 min na linha, e o caso não foi resolvido. Poderiam pelo menos oferecer um 0800! Existe prazo de pagamento do débito que não fiz - e tenho de correr atrás de erro que não é meu.BEATRICE CARADONNA KELETIJardim PaulistaO Unicard responde:"Tentamos contatar a leitora, sem êxito. Deixamos um recado na caixa postal do celular e enviamos telegrama pedindo um retorno. Nos desculpamos pelo transtorno; o valor foi regularizado e certificamo-nos do saldo zerado do seu cartão."A leitora recebeu carta informando a regularização do caso. Direito de respostaPara minha surpresa, no dia 7 recebi telefonema de um colega médico que me informou que havia lido em O Estado de São Paulo, na coluna escrita por Cecilia Thompson, a reclamação de uma leitora contra a minha pessoa e o meu consultório, onde atuo há 21 anos com eficiência, dignidade, competência e generosidade. Para aumentar a surpresa, constato que o jornal, através da colunista, não se dignou, antes de me caluniar, difamar e injuriar, a me informar, ao menos por telefone ou por e-mail, que houve reclamação de uma paciente atendida no meu consultório por minha assistente de sala, dra. Lucyana M. Djehdian (CRM-SP 115.541), colocando com tal atitude, implícita e dolosamente de difamação e calúnia, prejuízos incalculáveis tanto moral como profissional e financeiro, por atitude leviana, sem responsabilidade e sem escrúpulos ao noticiar fato irreal, dito por uma paciente também sem escrúpulos, pois, se tinha certeza ou dúvida de que havia algo errado, deveria comunicar primeiramente e de imediato a mim, dra. Symara De Angelis Trivellato, médica ginecologista e obstetra responsável pelo consultório. E, ainda, quem escreve a coluna deveria ter omitido o meu nome e averiguado a veracidade da reclamação. Meus atos como profissional médica, formada em 1987 pela renomada Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com especialização em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital das Clínicas da FMUSP, sempre foram - e são - da melhor qualidade e generosidade, com base em princípios morais, profissionais e éticos no atendimento a pacientes e doentes. São 21 anos de eficientes trabalhos diuturnos na área, que jamais deixarei qualquer pessoa mal intencionada e sem ética levantar suspeitas da competência e formação ética minha e dos profissionais médicos eficientes que me assistem no trato aos pacientes, como foi o caso dessa paciente que nos procurou para uma consulta de rotina e foi atendida da melhor maneira possível, mas, como diz o ditado popular, cuspiu no prato que comeu, exijo que esta carta seja publicada no mesmo jornal com a mesma tiragem do dia da publicação, exijo também retratação da pessoa que faz a coluna Seus Direitos da mesma forma. Fiquei também pasma, perplexa ao receber comunicado da Cooperativa Unimed Paulistana, da qual faço parte há mais de 10 anos, me convocando a dar ciência do fato somente no mesmo dia da publicação, 7/4/08. Aliás, devo lembrar que a cooperativa foi formada por médicos, não foram os pacientes que contrataram profissionais médicos para a sua formação. A direção da Unimed Paulistana, nesses casos, deveria comunicar seus cooperados, antes de permitir que seus nomes fossem publicados, de forma unilateral, tendenciosa, com prejuízos sem precedentes, os quais foram sentidos imediatamente no dia de hoje, 8/4, quando houve quatro desistências de consultas novas, seguidas de comentários sobre a notícia por pacientes que já freqüentam o consultório há algum tempo.DRA. SYMARA DE ANGELIS TRIVELLATOMédica ginecologista e obstetraCRM-SP 57754Este espaço é aberto a reclamações de consumidores que se sintam prejudicados ou tenham dúvidas ref. às suas relações com empresasAs reclamações devem ser endereçadas à coluna Seus Direitos, a/c de CECILIA THOMPSON, com nome, endereço, RG e telefone, podendo ser resumidas a critério do jornal. Reclamações sem esses dados não serão consideradas. Todas serão enviadas às empresas, que terão 15 dias para responderENDEREÇOAvenida Engº Caetano Alvares, 55, 6º andar, CEP 02598-900, São Paulo/SP FAXFax (011) 3856-4590E-MAILconsumidor.estado@grupoestado.com.brSERVIÇOProcon: consultas e queixas: tel. 151Cadastro e pesquisas: 3824-0446Ouvidoria: 3826-1457http://www.procon.sp.gov.brIdec: (Instituto de Defesa do Consumidor)tel: 3874-2152http://www.idec.org.brInmetro: http://www.inmetro.gov.brIpem: (Instituto de Pesos e Medidas)tel. (0800) 013-05-22http:/www.ipem.sp.gov.brouvidor-ipem@ipem.sp.gov.brAndif: tel: 3106-1537http://www.andif.com.brE-mail: andit.dir@uol.com.brPro Teste:Associação Brasileirade Defesa do ConsumidorRio de Janeiro: tel/fax: (021)3906-3800http://www.proteste.org.brE-mail: proteste@proteste.org.br

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