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Mancha-roupasGostaria de ajuda para resolver um problema com minha lavadora Brastemp. No dia 16 de fevereiro comprei uma lavadora de roupas Brastemp e comecei a usá-la em maio, quando me casei. Desde a primeira lavagem, notei que as roupas ficaram manchadas. Entrei em contato com a empresa, que me orientou a fazer uma higienização com alvejante. Fiz a tal higienização, mas o problema persistiu. Entrei em contato novamente em 23 de junho e então foi agendada uma visita técnica para o dia 27. O técnico analisou e disse que seria necessário realizar uma higienização técnica e que a autorizada entraria em contato para me instruir sobre os procedimentos. Como não recebi nenhum retorno, liguei para a autorizada, que disse que não haveria nenhum preparo. No dia 4 de julho, o técnico fez a higienização técnica e o problema persistiu. Na verdade, até aumentaram as manchas. Liguei novamente para a Brastemp no dia 8 de julho e me disseram que seria necessário uma nova visita, agendada para o dia 10. Nesta visita o técnico disse que não poderia fazer mais nada e que o caso seria encaminhado para a fábrica. No dia 11 de julho liguei para a empresa e fui informada de que deveria aguardar o contato da fábrica. Como não recebi nenhuma ligação, à noite liguei novamente. Então soube que em meu registro constava que a autorizada avisara de que seria necessária uma nova higienização! No dia 16 de julho, recebi a ligação de uma funcionária da Brastemp, dizendo que um engenheiro técnico entraria em contato em, no máximo, dois dias. Mas só no dia 21 o funcionário me ligou. Tive de contar novamente tudo o que ocorreu e ele pediu para eu enviar fotos das roupas manchadas e da máquina. Eu disse que o técnico esteve mais de uma vez em minha casa e que já fora feita a avaliação. Expliquei da necessidade de solução urgente e ele concordou, dizendo que retornaria no mesmo dia com a solução do problema. No entanto, não tive nenhum retorno e o resultado são uma pilha de roupas manchadas e uma máquina que não posso usar. EMILENE PARLATOSão PauloRicardo Vicalvi, da Comunicação Corporativa da Rede de Serviços Brastemp e Consul, informa que fará a recompra da lavadora de roupas, conforme solicitado pela consumidora.Josué Rios*: Ser "uma Brastemp", como sinônimo de bom produto, foi uma imagem publicitária bastante explorada pela própria marca contra a qual a consumidora reclama. Mas, infelizmente, esta reclamação revela um cenário bem diferente do produto. Como resposta às manchas da roupa, em lugar de solucionar o defeito, como manda o Código de Defesa do Consumidor, a empresa indicou uma série de "higienização" à lavadora, um tipo de analgésico que não sanou a enfermidade do produto. E conta a leitora que até um engenheiro a atendeu ao telefone, concordou com a reclamação, mas, a exemplo de outros atendentes, não mais lhe retornou. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, o defeito em produto deve ser solucionado no prazo máximo de 30 dias ou o dinheiro do consumidor deve ser devolvido com a devida atualização, caso não seja de interesse do cliente a troca do produto. Esta é a receita legal simples que a empresa deveria ter seguindo, em lugar da enrolação sem-fim dispensada à cliente, que só teve o problema resolvido após a reclamação ser enviada ao jornal.Confusão da Medial No dia 8 de julho entrei em contato com o atendimento da Medial Saúde para ter conhecimento sobre a rede de hospitais credenciados para tratamento de radioiodoterapia, por iodo. Desde então, a Medial me procurou pelo menos umas três vezes solicitando resultados de exames de sangue, ultrassonografia, laudos e encaminhamentos médicos que comprovassem a necessidade do tratamento. O que a Medial pensa? Que tomo iodo radioativo para desestressar? Para tirar a tensão do dia a dia? Claro que não, tenho doença de Graves, uma enfermidade decorrente do hipertireoidismo, que, no meu caso, resulta em umasérie de complicações, dentre elas, alterações hormonais e físicas. Pior, pelo fato de estar com essas alterações, não consigo engravidar, o que é a minha intenção. E caso venha a conseguir, posso ter complicações ainda piores no decorrer da gravidez, por não conseguir tratar com iodo a doença neste momento, já que Medial me impede de fazê-lo. Já não sei mais o que fazer para conseguir a autorização para realizar o tratamento. JUSSARA CABRAL DE LIMASão PauloA Central de Serviços ao Cliente da Medial Saúde informa que a senha para a realização do procedimento médico mencionado pela beneficiária, sra. Jussara, foi liberada e o procedimento já está agendado e que ela já foi comunicada. RENATO ALVES GUIMARÃES da Ouvidoria do Grupo MedialA leitora contesta: É verdade, eles liberaram a senha, depois de muito custo. Foi agendada uma consulta no Hospital da Beneficência Portuguesa, no dia 31 de julho, mas, quando cheguei, descobri que tinha sido encaminhada para um procedimento diferente do solicitado. Isso depois de eu ter enviado à Medial o encaminhamento da minha médica, acompanhado de todos meus exames. Fiquei chocada com o engano lastimável. Perdi um dia de trabalho. Não sei mais o que fazer. Josué Rios*: Para fugir da calamitosa saúde pública, o cidadão contrata a assistência médica privada, confiante na qualidade desta. Só que as reclamações como a da sra. Jussara contra a Medial comprovam que a empresa submete a cliente à peregrinação e à mendicância para obter o serviço médico pelo qual já pagou. Tal procedimento da Medial estressa e agrava o estado de saúde da consumidora, que quer apenas exercer o seu direito de ser bem atendida. Este tipo de traição ao que foi contratado, mesmo que, após reclamar ao jornal o atendimento ter sido liberado, dá à vítima do desrespeito o direito de pleitear indenização por dano moral no Juizado Especial Cível, até mesmo como atitude pedagógica contra a má conduta da prestadora do serviço. *Josué Rios, advogado, especialista em Defesa do Consumidor, é colunista do Jornal da TardeTome nota: Uma Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a propaganda de medicamentos à base de ácido acetilsalicílico e dos destinados ao alívio dos sintomas da gripe, como o paracetamol, a dipirona sódica e o ibuprofeno. A Resolução 43/2009 da Anvisa, publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (14/8), é valida para todos os meios de comunicação, inclusive a internet. A medida, segundo a Anvisa, visa ao uso criterioso desses medicamentos, pois podem mascarar sintomas importantes para a realização do diagnóstico preciso de pessoas infectadas pela gripe A (H1N1). A suspensão permanecerá válida enquanto existir situação especial de risco à saúde. A norma suspende, ainda, o uso de qualquer técnica de comunicação para promoção desses medicamentos, inclusive, a presença de propagandistas em estabelecimentos de comércio varejista de produtos farmacêuticos.Fonte: Assessoria de Imprensa da AnvisaSeus direitos:ENDEREÇOAvenida Engº Caetano Alvares, 55, 6º andar, CEP 02598-900, São Paulo/SP FAXFax (011) 3856-2940E-MAILconsumidor.estado@grupoestado.com.brEste espaço é aberto a reclamações de consumidores que se sintam prejudicados ou tenham dúvidas ref. às suas relações com empresasAs reclamações devem ser enviadas com assinatura, identificação RG, endereço e telefone. O Estado se reserva o direito de selecioná-las para publicação. Correspondência sem esses dados não será considerada. Todas as reclamações serão enviadas às empresas, que terão 15 dias para responder.

, O Estadao de S.Paulo

17 de agosto de 2009 | 00h00

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