Seus direitos:

Viajando: cuidado! Aluguei um carro na Avis Brasil para usá-lo na Itália de 31/3 a 11/4. Em agosto, a Avis descontou 10 no meu cartão de crédito, ref. a comunicação de multa. Desde agosto telefono para a Avis, para saber qual a infração cometida e a quem pagá-la. Na última ligação, a atendente me disse para contatar a empresa na Itália, mas eu só quero saldar a alegada multa.EVANDRO DANTAS de ALCÂNTARA JR.CapitalA Avis Brasil responde:"Somos uma locadora internacional, franqueada para uso em vários países do mundo. Ela não é a única, com os mesmos controladores, a ter representação internacional - mas de diversas empresas, independentes entre si, que usam a mesma marca. Quando um cliente liga para a central de reservas no Brasil para locar um carro em outro país, a central apenas consulta, via sistema, a empresa no país desejado e envia a requisição. A locação é feita por empresa, naquele país, sem relação com a brasileira, que não tem como interferir na relação com a estrangeira. A Avis Brasil não tem como obter informações sobre locações no exterior, o cliente deve buscar a Central de Atendimento Internacional. Contatamos a Central e apuramos que o cliente foi autuado por descumprir normas de trânsito italianas. Pelo contrato, ele é o responsável pelo pagamento da multa, que pode ser paga em banco brasileiro, no Câmbio. O valor debitado no cartão (aprox. 11) se refere à notificação e taxa administrativa. A Avis Itália enviará a multa ao leitor quando recebê-la. Ele foi autuado duas vezes, e a 1.ª multa já lhe foi enviada."PÂMELA de LIMA - Customer Service O leitor comenta:A Central de Atendimento Internacional é só uma caixa-postal onde se deixam recados. Não questiono a multa, mas a empresa debitou 22 sem avisar por quê. Soube somente quando contatei a Avis Itália. Sei fazer câmbio, mas é impossível fazê-lo sem um destino. Não recebi nem multa nem instruções de pagamento. Só ao contatar as autoridades italianas. Em out/06, comprei um bilhete SP-PA pelo site da Ocean Air. Quase um mês depois, fui avisada de que, por erro, haviam gerado 4 passagens para o mesmo horário, mas fariam reembolso, por não ser possível cancelá-las. Como a minha família sempre viaja, pedi para transformar o reembolso em crédito para novas passagens, mas em junho, quando fui comprá-las, soube que os tickets só poderiam ser emitidos em meu nome. Em outubro, cancelei o cartão e pedi o reembolso em conta, mas até hoje (12/11), nada.DULCE V. FERREIRA de MELOCaxias do Sul/RSA OceanAir responde:"Enviamos o reembolso para a administradora do cartão. Pedimos que a cliente contate o banco e verifique o que foi feito, já que o cartão foi cancelado."No dia 5 a leitora informou que ainda não recebeu o reembolso. No dia 15 ela saberá, pelo extrato da conta, se houve crédito. Em março, comprei uma passagem da Air Canadá para ganhar milhas na Varig, pois as duas faziam parceria. Embarquei no dia 12/4 e só aí soube que a parceria havia sido desfeita no dia 6, portanto 6 dias antes do meu embarque, mas ninguém me avisou disso. Pensando que cumpririam o combinado, contatei vários órgãos, mas todos dizem que eu perdi o direito às milhas. Creio que é caso de propaganda enganosa, porque só comprei as passagens pensando nas milhas. Afinal, eles ofereceram algo que não cumpriram. Quem vai me ressarcir?VERA ACTIS Alto da Boa VistaA Air Canada responde:"A cliente nos escreveu e respondemos em 20/6 com as informações ref. à paralisação de operação da Varig, amplamente divulgada pela imprensa local e internacional, culminando no encerramento de todos os acordos ref. à parceria Star Alliance. Sugerimos, na carta, que ela enviasse a questão ao programa de milhas Varig."LÚCIA SACRAMENTOGerente do Atendimento ao Cliente no BrasilNo dia 5, a leitora informou que a Varig disse para contatar a Smiles, que também não respondeu. D. Vera não recebeu as milhas.Em 27/10 às 8 hs, minha mulher e meus filhos (9, 8 e 6 anos) viajariam para Santiago do Chile pela TAM. Depois de passarem o portão de embarque, voltei para casa, no Interior, mas às 13 hs minha mulher ligou avisando que não puderam embarcar porque havia perfumes na bagagem. Ela é chilena e não fala bem português, por isso foi difícil explicar por que levava os produtos. Uma funcionária (Talita, muito grosseira), em vez de lhe explicar as normas, só disse que ela não poderia viajar ?com aquelas porcarias?. E acrescentou: "A senhora pode voltar para casa, porque vocês já perderam o vôo". Minha mulher ficou em pânico, passou mal e desmaiou, enquanto os meninos só choravam. Felizmente há pessoas sensíveis no mundo, e quando ela voltou a si ouviu um senhor dizer "não se preocupe, sou médico, vamos conversar com a empresa para resolver o caso". Outra funcionária (Cleo, esta amável), conseguiu um vôo às 16 hs pela Lan Chile. Indignado com a grosseria da 1.ª atendente, agradeço ao médico que atendeu minha mulher e à Cleo, da TAM, que mostrou que naquele momento ela não era apenas uma moça de nome Cleo, mas representava a própria empresa. PEDRO dos SANTOS RODRIGUESItapetininga/SPA TAM responde:"Por medida de segurança, segundo determinação da Organização de Aviação Civil Internacional consolidada pela Resolução Anac 7, em vigor desde o dia 1.º/4, o transporte de substâncias líquidas em vôos internacionais foi limitado. Desde então, todos os passageiros, inclusive os que são alocados em etapas domésticas ou que utilizem o salão de embarque internacional, estão sujeitos à restrição no transporte de substâncias líquidas, incluindo-se aí gel, aerossol, pasta, creme, perfumes e similares, na bagagem de mão. Quando d. Olga passava pelo raio-X, informaram-lhe que ela não poderia embarcar com produtos líquidos naquela quantidade e a orientaram a despachar a bagagem, mas quando ela voltou ao check-in já não havia mais tempo hábil para despachar a mala pelo vôo PZ-707. Oferecemos-lhe então uma opção de vôo que não foi aceita e prestamos toda a assistência necessária à cliente, providenciando sua acomodação e de seus filhos no vôo operado pela TAM, bem como vouchers de alimentação."Em 1/7, comprei uma mala de viagem na Le Postiche, mas em um mês de uso - e só em duas viagens - a costura traseira afrouxou. Em 22/9, levei-a à loja do Shopping Butantã, onde a atendente anotou que ela havia descosturado. Em 30/10, mais de um mês depois, me ligaram para buscar a mala que chegara do conserto. Em 4/11, ao buscá-la, vi que o conserto não fôra feito, e de lá ela voltou para o reparo. Ficaram de retornar no dia seguinte, mas hoje, dia 5, ninguém se manifestou. Perguntei se não poderia trocar a mala, mas a moça disse não ser possível. Não acho justo, pois adquiri um produto com garantia e tive de esperar mais de 30 dias pelo suposto conserto (que não foi feito) e pela boa vontade de alguém que se disponha a fazê-lo. ELIANE APARECIDA de AZEVEDOJardim Monte KemelA Le Postiche responde:"A loja contatou a cliente e a troca já foi providenciada."Seus direitosENDEREÇOAvenida Engº Caetano Alvares, 55, 6º andar, CEP 02598-900, São Paulo/SP FAXFax (011) 3856-4590E-MAILconsumidor.estado@grupoestado.com.brEste espaço é aberto a reclamações de consumidores que se sintam prejudicados ou tenham dúvidas ref. às suas relações com empresasAs reclamações devem ser endereçadas à coluna Seus Direitos a/c CECILIA THOMPSON, com nome, endereço, RG e telefone, podendo ser resumidas a critério do jornal. Reclamações sem esses dados não serão consideradas. Todas serão enviadas às empresas, que terão 15 dias para responder

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