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Sindicalistas criticam mudança em regras trabalhistas

"Se vierem com o assunto no Congresso vai ter briga!", disse Vicentinho, que definiu idéia como "loucura"

Marcelo de Moraes, da Agência Estado,

16 de dezembro de 2008 | 17h42

A possibilidade de flexibilização das leis trabalhistas para combater os efeitos da crise sobre o mercado de trabalho ganha críticas por parte dos sindicalistas. O deputado Vicente Paulo da Silva (PT-SP) definiu como "loucura" a proposta dos empresários para conter o desemprego neste período.   Veja mais: Pressão contra direitos trabalhistas Momento é oportuno para rever leis trabalhistas, diz professor Enquete: você concorda com uma flexibilização das leis trabalhistas no País?  Presidente da Vale sugere flexibilização de leis trabalhistas Desemprego, a terceira fase da crise financeira global De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise      Para Vicentinho, que deve ser o relator da proposta de emenda constitucional que reduz a carga de trabalho para 40 horas, a proposta de flexibilização não passa no Congresso. "Se vierem com o assunto no Congresso vai ter briga!", disse Vicentinho, para quem a proposta é "inoportuna".   Segundo ele, os empresários sempre procuram uma chance para serem beneficiados. "É muito engraçado que quando a Vale dava lucro de milhões não falava nada. Continua ganhando muito e vem com esse assunto agora", disse Vicentinho, referindo-se à entrevista do presidente da Vale, Roger Agnelli ao jornal O Estado de São Paulo, no último domingo, na qual defendeu mudança temporária na legislação trabalhista para conter o desemprego durante a crise.   O presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ)acha difícil essa discussão prosperar no Congresso Nacional. Segundo ele, o partido não tem posição firmada sobre o conteúdo da proposta, mas não vê como um tema desse tipo possa avançar na Casa.

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