Sindicato critica proposta da GM para reajuste salarial

O secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), Luiz Carlos Prates, criticou nesta quinta-feira a proposta da General Motors de reajuste de 80% do Índice do Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os trabalhadores do setor produtivo da companhia das unidades em São José e em São Caetano do Sul (SP). "As negociações estão difíceis, a proposta de pouco mais de 4% de aumento não dá para ser aceita", disse Prates.

GUSTAVO PORTO, Agencia Estado

30 de agosto de 2012 | 16h25

Na pauta encaminhada à GM, os metalúrgicos pedem 5,01% de reposição da inflação apontada pelo INPC e ainda 7,48% de aumento real. Os sindicalistas e representantes da GM devem nesta sexta-feira (31) uma nova rodada de negociações.

Prates reclamou das negociações entre a GM e o sindicato sobre a situação dos 940 funcionários que tiveram os contratos suspensos temporariamente (lay-off) até novembro em uma das linhas de montagem da unidade de São José dos Campos. "As propostas até agora são apenas para flexibilização da jornada e não há a menor garantia da manutenção do emprego", concluiu.

A assessoria da imprensa da companhia informou que a GM não irá se manifestar durante as negociações salariais com os trabalhadores.

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