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Sindicato faz mistério sobre possível acordo na GM

Os trabalhadores da fábrica da General Motors de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, devem votar nesta quinta-feira, em duas assembléias, se aceitam ou não a nova proposta da empresa, acordada nesta quarta em uma reunião de sete horas com representantes do Sindicato dos Metalúrgicos. Na última terça-feira a produção foi paralisada por 24 horas em uma greve de protesto contra o impasse nas negociações sobre aumento salarial que já dura mais de um mês. Cerca de 900 carros deixaram de ser produzidos na greve de um dia. Nesta quarta, depois da reunião, o presidente do sindicato Adilson Moreira não quis dar entrevista para que as propostas fossem apresentadas primeiro aos trabalhadores, nesta quinta-feira, e depois à imprensa. As assembléias serão realizadas às 5h e às 14h30 e os metalúrgicos vão decidir se aprovam ou não as novas ofertas.Inicialmente os metalúrgicos queriam 13,8% de aumento salarial, sendo que deste percentual, 10% refere-se ao aumento real e 3,8% à reposição da inflação. Após cinco longas reuniões entre empresa e sindicalistas, que duraram em média, 9 horas cada, o sindicato cedeu e propôs 7% de reajuste. A GM ofereceu 5,47% mais um abono de R$400. Esta última oferta desencadeou o protesto da última terça-feira.

Agencia Estado,

20 de setembro de 2006 | 19h19

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