Sindicatos temem demissões com suspensão do Speedy

Em nota, foi informado que há cerca de 5 mil trabalhadores nessa área; Anatel interrompeu venda

Agência Estado,

25 de junho de 2009 | 17h15

Os sindicatos que representam os trabalhadores em telecomunicações(Sintetel) e as empresas prestadoras de serviços (Sinstal) temem que a decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de interromper a venda do Speedy, serviço de banda larga da Telefônica, dê início a um processo de demissões no setor. Em nota, os sindicatos afirmam que as empresas prestadoras dessa modalidade de serviço têm sob contrato, somente nesta área, cerca de 5 mil funcionários.

 

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Os trabalhadores e as empresas prestadoras de serviços dizem temer, ainda, os prejuízos aos consumidores caso a decisão da agência seja mantida por mais tempo. "No Estado de São Paulo, há localidades que são atendidas somente pela Telefônica. Com a proibição, os moradores dessas regiões estarão simplesmente impedidos de utilizar a internet", diz nota.

 

A Anatel rejeitou nesta sexta-feira o recurso apresentado pela Telefônica para retomar a comercialização do Speedy, e informou que a empresa deverá apresentar, em 30 dias, um plano para garantir "a fruição e a disponibilidade do serviço.

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