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Sinduscon teme volta da inflação

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Arthur Quaresma Filho, afirmou que "a última coisa que o setor quer agora" é a volta da inflação. "A construção civil é o único setor que tem os contratos congelados. Com a inflação, fica difícil manter o equilíbrio dos contratos, que são de dois, três anos de duração", afirmou. Atualmente, os contratos do setor só podem ser reajustados uma vez por ano, de acordo com o índice inflacionário previsto entre as partes. Segundo ele, o equilíbrio contratual é vital para o setor, porque do contrário "há até risco de quebra de empresas", uma vez que o volume de empreendimentos é cada vez menor no mercado.Quaresma explicou que do total de custos de uma construção, aproximadamente 50% são de materiais e 50% de mão-de-obra. "A mão-de-obra ainda não subiu, mas com certeza terá aumento em 1º de maio. E disso não temos como escapar. Mas o material de construção já tem subido muito e isso aperta as empresas", afirmou. O Custo Unitário Básico (CUB, valor necessário para construir um m2) de outubro subiu 2,8% puxado pelo aumento de materiais como cimento, vidro e aço.

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