Situação argentina piora, mas mercados reagem bem

Os mercados brasileiros tentam manter o equilíbrio enquanto a situação argentina é cada vez mais crítica. A taxa de risco do país chegou a 3.429 pontos base e os principais títulos da dívida argentina (FRBs) estão em queda de 4,95% em relação ao fechamento de ontem. A taxa de juros over em pesos chegou a 800% ao ano e, segundo apurou a correspondente Marina Guimarães, alguns bancos paralisaram suas operações no mercado interbancário. A perspectiva de agravamento da situação argentina já era dada como certa e muitos analistas previam um período de instabilidade maior nos mercados brasileiros diante disso. Resta saber se este momento já chegou. O dólar comercial chegou ao patamar de R$ 2,5520 durante a manhã e às 15h20 estava cotado a R$ 2,5100 na ponta de venda dos negócios, em baixa de 1,18% em relação aos últimos negócios de ontem.A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera com alta de 2,04%. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 21,900% ao ano, frente a 21,800% ao ano ontem. O índice Merval da Bolsa de Valores de Buenos Aires está em queda de 2,76%. Nos Estados Unidos, o Dow Jones - Índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - registra alta de 0,26%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - opera com alta de 0,03%.Não deixe de ver no link abaixo as dicas de investimento, com as recomendações das principais instituições financeiras, incluindo indicações de carteira para as suas aplicações, de acordo com o perfil do investidor e prazo da aplicação. Confira ainda a tabela resumo financeiro com os principais dados do mercado.

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