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Slim pede regras claras sobre Telefónica e Telecom Italia

O presidente da Telmex, Carlos Slim, disse que é necessário que as decisões da Telefónica e da Telecom Italia sobre o mercado brasileiro de telefonia celular sejam claras e do conhecimento de todos. As restrições impostas ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), segundo o empresário mexicano, definem o papel de uma empresa em outra. Ontem, a Anatel aprovou a compra de fatia da Telecom Italia pela Telefónica, mas impôs uma série de restrições para garantir que as empresas do grupo no Brasil - Vivo e TIM - tenham administrações desvinculadas. "O que pedimos e o que queremos é que se defina o que vão fazer. O que não é possível é pensar que a Telefónica é o sócio mais importante do grupo de controle e que não tem nada a ver (com a decisão das empresas no Brasil)", afirmou Slim, após reunir-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto.Slim ressaltou que a Telefónica é o único integrante do consórcio, que adquiriu a fatia na empresa italiana, que é do mercado de telecomunicações. "Os demais, são sócios investidores", disse o empresário, referindo-se aos bancos italianos que participaram do negócio. A Claro, que pertence ao grupo Telmex, é a principal concorrente da Vivo e da TIM no mercado de telefonia brasileiro. Slim elogiou a Anatel e disse que a agência é um dos melhores reguladores do mundo. "Seguramente (a Anatel) tomará decisões adequadas", afirmou.

GERUSA MARQUES, Agencia Estado

24 de outubro de 2007 | 20h20

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