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Sob pressão, caminhoneiros recuam em paralisação

Movimento iniciado na segunda-feira ficou desidratado após anúncio de aumento no valor das multas

José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

12 de novembro de 2015 | 21h50

SOROCABA - O protesto dos caminhoneiros contra o governo da presidente Dilma Rousseff, organizado pelo Comando Nacional do Transporte (CNT), resumia-se a dois pontos de bloqueio no início da noite desta quinta-feira, 12, sem que a categoria tivesse obtido qualquer resultado com as paralisações.

Os bloqueios parciais ocorriam na BR-462, em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, e na BR-153, em Colinas do Tocantins, região norte do País. Durante o dia, motoristas bloquearam a BR-267, em Maracaju (MS), mas a manifestação se dissolveu sob a ameaça de multas.

No início da madrugada, os caminhoneiros que bloqueavam a BR-153 foram dispersados pela Força Nacional de Segurança Pública, convocada no dia anterior pelo Ministério da Justiça para atuar na liberação das rodovias. Os agentes usaram bombas de efeito moral contra os caminhoneiros.

Um dirigente do CNT, Fábio Luiz Roque, usou as redes sociais para pedir aos caminhoneiros que mantivessem as paralisações e buscassem apoio de produtores rurais. “Mudem os pontos, convidem os agricultores e tragam as máquinas agrícolas para o asfalto”, conclamou, sem ser atendido.

Falando em nome de Ivar Schmidt, principal liderança do CNT, que esteve em Brasília em busca de apoio parlamentar, o dirigente convocou novas manifestações para o próximo dia 15. Segundo ele, o comando oferece assistência jurídica gratuita para caminhoneiros que tenham sido multados em razão dos bloqueios. Até a noite, a Polícia Rodoviária Federal não tinha um balanço das multas.

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