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Sócia do Opportunity nega irregularidade em leilão

A sócia do Grupo Opportunity Maria Amália Coutrim disse que não houve irregularidade na carta de fiança dada pelo Banco do Brasil à Solpart, uma empresa criada pelo grupo para participar do leilão da Telebrás, em 1998. Segundo a executiva, o banco fez um "negócio como outro qualquer" e a garantia da carta era o próprio ativo que seria comprado no leilão. Maria Amália, que dirige o fundo CVC Opportunity, negou assim a versão de que a concessão da carta tivesse ocorrido de forma irregular, conforme matéria publicada na revista "Isto é". Na época da privatização, disse a executiva, o banco montou três consórcios. "Havia diversas cartas de fiança", disse ela, citando o Banco do Brasil, Citibank e Unibanco, conforme o consórcio.Ela também explicou que a negociação com o BB não foi diferente das demais, e que o negócio é bom para os bancos, que ganham uma remuneração em cima da carta de fiança. Por se tratar de um leilão, "não se sabia que empresa iria comprar". Havia interesse na telefonia fixa, celular e na Embratel. No caso da Solpart, a disputa foi ganha, o consórcio levou a Brasil Telecom e a taxa cobrada pelo banco para a carta de fiança foi paga."Não vejo porque reviver o assunto, dado que a Solpart pagou. Não vejo que irregularidade pode ter obtido pelo Banco do Brasil, que fez um negócio, a rigor, excelente", afirmou. Ela explicou que a carta de fiança funciona como uma garantia de que o comprador pagará pelo ativo adquirido. De forma que, caso não efetuasse o pagamento, a carta seria usada e o banco se garantiria da dívida com o próprio ativo.

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