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Soja cai 2,5% com pressão da China

A decisão do banco central da China de elevar a taxa do compulsório bancário pressionou ontem as cotações das commodities no mercado internacional. O anúncio foi mais um sinal de que a China tenta combater a inflação provocada pelo forte crescimento da economia. Se esse ritmo desacelerar, a demanda por matérias-primas pode diminuir. E como a China é o maior consumidor mundial de soja, o contrato da oleaginosa para entrega em maio fechou em baixa de 2,51%, cotado a US$ 13,81 por bushel na Bolsa de Chicago. Analistas disseram, ainda, que os preços elevados da soja estão limitando a demanda neste momento.

Análise: Filipe Domingues, O Estado de S.Paulo

19 de fevereiro de 2011 | 00h00

Os contratos de trigo também caíram ontem. A China teve influência, mas o principal motivo foram as vendas por participantes que embolsaram lucros obtidos na véspera. Segunda-feira é feriado nos Estados Unidos (Dia do Presidente), o que também incentivou o movimento. O trigo recuou 3,35%, para US$ 8,557/bushel.

O milho recebeu pressões semelhantes às da soja e do trigo, mas a baixa foi menos significativa, de 0,38%. Os preços continuam sustentados pela demanda, enquanto a oferta é bastante restrita. A expectativa é de que no fim da temporada o estoque dos EEUA, maior produtor mundial de milho, seja o menor em 15 anos. Em Nova York, o algodão se destacou, com queda de 3,43%. Na véspera, havia subido 3,55%.

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