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Soja fecha em alta com incerteza na área plantada

Cenário: Filipe Domingues

O Estado de S.Paulo

24 de março de 2012 | 03h08

Os preços internacionais da soja subiram ontem na Bolsa de Chicago, puxados por investidores preocupados com a área plantada nos EUA. Acredita-se que, como as cotações do milho estão mais vantajosas para o produtor, a área cultivada com soja pode ser menor, apertando a oferta. A safra de soja da América do Sul também pode ser menos volumosa do que o normal, por causa do clima seco demais em áreas produtoras, e isso dá suporte às cotações da oleaginosa. O cenário de preços em alta se completou com a ideia de que a demanda chinesa por soja será cada vez maior, conforme cresce o consumo de alimentos no país. Os contratos para entrega em maio terminaram a sexta-feira em alta de 1,20%, cotados a US$ 13,6575 por bushel.

O mercado de milho recebeu essa influência positiva da soja e se recuperou após perdas registradas no começo da semana. O contrato com vencimento em maio teve ganhos modestos, de 0,31%. No caso do trigo, participantes recompraram lotes que haviam vendido anteriormente, deixando de apostar na queda dos preços. E os preços subiram 1,54%.

Outro fator que deu sustentação à maioria das commodities foi o dólar, que caiu no mercado externo, com um aumento da oferta de moeda por agentes financeiros. Quando o dólar cai, tende a valorizar as matérias-primas, que ficam mais baratas para o importador. Assim, o café subiu 1,02%, o cacau avançou 0,96%, enquanto algodão e suco de laranja ficaram quase estáveis. Mas o açúcar caiu 1,08%, com vendas baseadas na análise dos gráficos de preço.

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