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SP cobra mais uma Bolívia em gás

A Secretaria Estadual de Energia e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) vão cobrar da Petrobras e do governo federal garantias firmes de que a oferta de gás natural será elevada entre 30 milhões e 36 milhões de metros cúbicos em 2008, o equivalente a mais de uma Bolívia em gás. Em reunião na segunda-feira (dia 5), o governo paulista e a Fiesp concluíram que essa expansão é condição essencial para se evitar um megaapagão do gás no próximo ano, risco ampliado se o ritmo da economia se mantiver nos atuais 5%."Em que pese que o governo federal esteja dizendo que não vai faltar gás, o fato é que não está demonstrado claramente de que realmente não faltará", disse a secretária de Saneamento e Energia, Dilma Pena. Segundo ela, o governo de São Paulo já pediu encontros com a Petrobras e os Ministérios da Casa Civil e de Minas de Energia para obter informações sobre o andamento dos projetos que poderão ampliar a oferta de gás a partir de 2008. Ela criticou o governo federal dizendo que há demonstração de "falta de previsibilidade" e "confusão decisória" para solução da crise.A Fiesp e o governo de São Paulo já sabem quais projetos cobrarão rigor em prazos. À oferta atual é imperativo acrescentar 5,5 milhões de metros cúbicos do Campo de Merluza, na Bacia de Santos, 24 milhões da Bacia do Espírito Santo (inclusive a garantia de que o gasoduto que levará o gás ao sistema do Sudeste esteja concluído) e mais 7 milhões em importação de Gás Natural Liquefeito (GNL), combustível que será regaseificado numa estação no Rio de Janeiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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