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Standard & Poor´s avalia que JP Morgan tem visão de curto prazo

A diretora de ratings soberanos (notas para papéis da dívida do país) da agência Standard & Poor´s, Lisa Schineller, disse hoje, em entrevista à Agência Estado, que "é preciso ter em mente que a maneira que o J.P. Morgan avalia o Brasil é uma visão de curto prazo no mercado. É diferente de agência de classificação de riscos, que foca o longo prazo", afirmou.Segundo ela, muito da reavaliação do JP Morgan foi motivada pela alta dos juros nos papéis da dívida norte-americana, o que pode provocar turbulência nos mercados emergentes, não só no Brasil. "Mas como o Brasil tem um peso fundamental neste mercado, houve esta reação muito forte", afirmou Lisa. ConjunturaO rebaixamento na recomendação da dívida externa brasileira pelo JP Morgan ontem à noite (veja mais informações no link abaixo) e as incertezas geradas com as oscilações nas taxas de retorno dos papéis da dívida norte-americana são os principais motivos para a piora do risco Brasil e para a desvalorização dos títulos brasileiros no mercado internacional nesta quinta-feira. Em relação aos juros nos Estados Unidos, cresce a expectativa de que o Banco Central do país (FED) eleve a taxa básica, que está em 1% ao ano. Essa expectativa já existia e, com a divulgação de índices de inflação acima do esperado, cresce a possibilidade de alta dos juros no curto prazo. Com taxas mais altas nos papéis dos Estados Unidos, os títulos brasileiros ficam menos atraentes e perdem valor. O alta no risco Brasil reflete a desvalorização dos papéis.

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