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Steinbruch diz que não há mais o que comprar nos EUA

O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, disse que deve partir para o crescimento orgânico no mercado americano, depois de perder a disputa pela usina Gallatin, vendida ontem para a Nucor. "Nos Estados Unidos, não há mais nada para processo de aquisição, o que tinha já foi", disse o empresário. Segundo ele, a CSN poderá pensar em um investimento greenfield, ou seja, construir uma nova unidade. A aquisição dos ativos da Heartland Steel, constituindo a CSN LLC, nos Estados Unidos, em 2001, marcou o início do processo de internacionalização da companhia.

O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2014 | 02h03

Antes da Gallatin, a CSN já havia perdido, neste ano, a briga por duas usinas do grupo russo Severstal, que acabaram sendo compradas por Steel Dynamics, Severstal Columbus e AK Steel Corporation. Já entre 2012 e 2013, a companhia participou de um longo processo para ficar com a usina do Alabama, da ThyssenKrupp, que acabou nas mãos do consórcio formado pela ArcelorMittal e pela Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation (NSSMC).

O presidente da CSN disse que os investimentos do grupo para o ano, previstos em R$ 4 bilhões, estão mantidos. "Estamos tentando manter nossos planos de investimentos, mas é claro que sempre tem ajustes. Mas estamos tentando manter firmes", disse.

No Brasil, a CSN produziu 4,5 milhões de toneladas de aço bruto em 2013 e está hoje no limite da capacidade instalada. Tradicionalmente no segmento de aços planos, a empresa também ingressa no setor de aços longos, mercado hoje dividido entre Gerdau e ArcelorMittal. / FERNANDA GUIMARÃES

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