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STJ mantém presa quadrilha acusada de clonar cartões de crédito

O ministro Nilson Naves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou liminares a seis supostos integrantes de uma quadrilha que clonava de cartões de créditos. Com a decisão, Adriano Márcio de Paiva Lima, conhecido como Cocada, Têmio Rogério Machado Fernandes, vulgo Buda, Eduardo Napoleão Ximenes Neto, Antônio José Abreu dos Santos, Francisco Daniel Barbosa Costa e Francisco das Chagas Cavalcante Costa Júnior permanecerão presos.A organização criminosa agia no Ceará, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo. A quadrilha era especializada em clonagem de cartões de crédito, empréstimos fraudulentos, desvio de encomendas bancárias, falsificações de código de barras de boletos bancários, falsificação e uso de documentos falsos, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores e delitos de sonegação fiscal contra o Sistema Financeiro Nacional (SFN).O bando conseguiu se infiltrar na Caixa Econômica Federal (CEF) e na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Empregados terceirizados das duas instituições foram "contratados" para repassar dados cadastrais de cliente da instituição, enquanto na ECT os empregados desviavam correspondências com cartões e cheques, que eram vendidos para a organização criminosa.

Agencia Estado,

26 de setembro de 2006 | 18h19

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