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Strauss-Kahm pede fim de ação civil movida por camareira

Ele alegou que no começo de agosto, quando a ação foi iniciada, ele gozava de imunidade judicial assegurada pelo direito internacional

Reuters

26 de setembro de 2011 | 19h50

O ex-diretor-gerente do FMI Dominique Strauss-Kahn pediu na segunda-feira a um juiz que arquive o processo civil movido por uma camareira que o acusou de crime sexual. Ele alegou que no começo de agosto, quando a ação foi iniciada, ele gozava de imunidade judicial assegurada pelo direito internacional.

Seus advogados também argumentaram que as acusações feitas por Nafissatou Diallo prejudicaram o Fundo Monetário Internacional "num momento de instabilidade e crise financeira mundial", segundo a petição apresentada à Suprema Corte do Estado de Nova York, no Bronx.

Um júri de instrução havia indiciado Strauss-Kahn, que devido às acusações pediu demissão do cargo de diretor-gerente do FMI, com base nas acusações feitas pela camareira de que ele a teria obrigado a fazer sexo oral numa suíte de um hotel de luxo em Nova York, em 14 de maio.

Promotores posteriormente pediram e obtiveram o arquivamento do processo penal, alegando haver dúvidas sobre a credibilidade da acusadora.

Advogados de Strauss-Kahn, que era apontado antes do escândalo como favorito na eleição presidencial francesa de 2012, alegam que seu cargo no FMI lhe conferia imunidade judicial inclusive depois da renúncia.

(Reportegem de Joseph Ax)

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