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Strauss-Kahn receberá US$250 mil por deixar FMI

O ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn receberá uma indenização de 250 mil dólares, mas terá direito a muito menos no futuro em aposentadoria e pagamentos relacionados, informou nesta sexta-feira o organismo.

REUTERS

20 de maio de 2011 | 15h44

Strauss-Kahn, que está enfrentando acusações de agressão sexual e tentativa de estupro em Nova York, demitiu-se do Fundo na quarta-feira. Ele negou as acusações e seu advogado disse que vai alegar inocência.

"A pensão anual do ex-diretor Strauss-Kahn e direitos relacionados têm sido superestimados pela imprensa esta semana, e parecem erroneamente baseados em uma indenização separada de 250 mil dólares", informou o FMI em um comunicado. "Os pagamentos anuais serão muito inferiores a esse montante nos anos seguintes."

Pelos termos de seu contrato, Strauss-Kahn deveria receber uma indenização e aposentadoria, além de um "suplemento" anual, que seria reduzido caso tivesse outra fonte "contínua e regular" de renda.

Strauss-Kahn foi contratado em setembro de 2007 com um salário de 420.930 dólares por ano, que foi ajustado anualmente para acompanhar a inflação. Ele também recebe um subsídio de 73.350 dólares por ano, que também foi reajustado anualmente.

(Reportagem de Tim Ahmann)

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