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Suécia e Reino Unido se unem na disputa pela venda de caças à FAB

Os governos da Suécia e do Reino Unido, por meio de suas agências de crédito para exportação, entraram na briga para a venda de caças à Força Aérea Brasileira (FAB), que está renovando a frota do País. Eles deram garantia à proposta da empresa Gripen Internacional - formada pela sueca Saab AB e a britânica BAE Systems. O grupo promete, ainda, um acordo de contrapartida, caso o caça Gripen JAS-39 seja escolhido. A promessa é atrair para o País projetos e investimentos do mesmo montante a ser desembolsado pelo governo brasileiro - US$ 700 milhões. Os outros participantes da concorrência são a Embraer-Dassault (com o caça Mirage 2000-5 Mk2), a Avibrás-KnAAPO (Sukhoi-35 Mk2), a Rac-MIg (Mig 29 Fulcrum) e a Lockheed-Martin (F-16 Falcon 50/52). A Gripen aliou-se à Varig no processo. O prazo para entrega das propostas acabou no dia 3 e o resultado deve ser anunciado até o fim de junho, pelo Conselho de Defesa Nacional, com a presença do presidente Fernando Henrique Cardoso. O pacote de offset da Gripen abrange não só a indústria de defesa e aeroespacial, mas outros setores da economia. Para isso, conta com o suporte do grupo sueco Investor. "Já estamos em discussão com empresas do nosso grupo no Brasil para ver que novo produto poderiam fabricar ou que novo investimento pode ser feito", explicou o conselheiro da Presidência do Investor, Erik Belfrage, em Estocolmo. A Gripen propõe dividir com o Brasil softwares e componentes eletrônicos. "Não vamos transferir tecnologia só para dizer que o fizemos. O ponto-chave é achar um bom parceiro", diz o diretor administrativo, Ian McNamee.

Agencia Estado,

06 de maio de 2002 | 01h38

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