Superávit de 4,5% ajuda crescimento sem superaquecer demanda

O secretário do Tesouro, Joaquim Levy, disse hoje que o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, tem a tranqüilidade de, ao elevar o superávit primário para 4,5%, "ajudar o crescimento, sem superaquecer a demanda, mas dando o oxigênio e a confiança para 2005". Segundo ele, a solidez fiscal é a base para que o País possa ser mais rico e independente. A disciplina fiscal foi também citada por Levy como indispensável para manter a tendência de queda da relação dívida/PIB. Para o secretário, ainda serão necessários "alguns anos" na trilha da disciplina fiscal para que se absorva "todo o custo do desequilíbrio macroeconômico "criado na segunda metade dos anos 90. Superávit primário Superávit primário é a diferença entre o que o governo arrecada e os seus gastos, exceto o pagamento de juros. Quanto maior o superávit, menor é a dependência do País por capital externo, deixando o País menos vulnerável aos choques externos.

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