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Superávit do governo central no 1º semestre é de R$ 43,785 bi

Resultado do Tesouro, Previdência e BC já cumpre meta definida pelo governo para oito primeiros meses do ano

Isabel Versiani, REUTERS

30 de julho de 2007 | 15h42

O governo central registrou superávit primário - receitas menos despesas sem considerar o pagamento de juros da dívida - de R$ 5,298 bilhões em junho, acumulando no primeiro semestre saldo positivo de R$ 43,785 bilhões, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira, 30.   O resultado do semestre, que equivale a 3,60% do Produto Interno Bruto (PIB), já cumpre a meta definida pelo governo para os oito primeiros meses do ano.   No seis primeiros meses do ano passado, o superávit do governo central - formado por Tesouro, Previdência e Banco Central - tinha sido de R$ 38,598 bilhões.   No resultado, o Tesouro contribuiu com um superávit de R$ 64,870 bilhões, a Previdência, com déficit de R$ 20,784 bilhões, e o Banco Central, com déficit de R$ 301,8 milhões. Investimento   As despesas no âmbito do Projeto Piloto de Investimentos (PPI) somaram, no primeiro semestre, R$ 1,186 bilhão, de acordo com os dados do Tesouro. Em igual período do ano passado, estas despesas totalizaram R$ 846,4 milhões.   As despesas discricionárias (aquelas que o governo destina às áreas que deseja) totalizaram, até junho, R$ 36,628 bilhões, ante R$ 32,838 bilhões em igual intervalo de 2006. Neste grupo, o maior volume foi para Ministério da Saúde, com R$ 17,585 bilhões em relação aos R$ 16,557 bilhões de janeiro a junho do ano passado. Na seqüência, aparece o Ministério de Desenvolvimento Social, com R$ 4,953 bilhões, ante R$ R$ 4,081 bilhões até junho de 2006.   "Restos a Pagar"   O Tesouro informou que já pagou, no primeiro semestre de 2007, R$ 8,3 bilhões em despesas inscritas nos chamados "Restos a Pagar" do Orçamento da União. São despesas do ano passado transferidas para este ano. Segundo o Tesouro, o montante já pago é o equivalente a 41,9% do total de "Restos a Pagar" inscritos. Em igual período do ano passado, foram pagos 41,62% dos "Restos a Pagar".   O Tesouro informou que, do total já pago este ano, R$ 4,3 bilhões são despesas com investimentos que correspondem a um porcentual de execução de 31,43% do total do item Investimentos. O Tesouro informa também que esses recursos já pagos foram concentrados nos Ministérios dos Transporte (R$ 1,3 bilhão), Saúde (R$ 707,1 milhões) e Educação (R$ 479,5 milhões).   (com Agência Estado)

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