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Sustentabilidade ganha escala
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Sustentabilidade ganha escala

Iniciativas de grandes empresas, como a Riachuelo, contribuem para disseminar princípios de ESG

Riachuelo, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

27 de junho de 2021 | 07h30

Quem entra em uma loja Riachuelo encontra a etiqueta “Moda que transforma” em aproximadamente 15% dos produtos à venda. É a indicação de que a cadeia de fabricação daquele produto envolveu inovações relacionadas à sustentabilidade, tanto no pilar ambiental quanto no social.

Um exemplo dessas inovações é a redução acima de 90% do volume de água utilizado para a fabricação de calças jeans, consequência de parcerias com os desenvolvedores dos maquinários. A Riachuelo está conseguindo fazer cada peça com apenas 3 litros de água, quando a média do mercado ainda fica em torno de 40 litros.

Além da preservação de um recurso essencial para o planeta, há uma significativa redução de custos industriais. “Esse é um exemplo claro de como a sustentabilidade pode e deve caminhar ao lado do ganho financeiro para as organizações”, diz o diretor-executivo de Gente, Gestão e Sustentabilidade da Riachuelo, Mauro Mariz.

Como a multiplicação desses avanços traz benefícios para toda a sociedade, a Riachuelo não trata as inovações na área de sustentabilidade como segredos industriais. “Nossas fábricas estão sempre abertas a visitantes, inclusive concorrentes, do Brasil e do exterior”, descreve Mariz. Ele ressalta, aliás, que a empresa mantém uma troca permanente e produtiva de informações e experiências na área de sustentabilidade com os outros grandes players do setor.

Efeitos multiplicados

A redução do uso de produtos químicos nas mais diversas etapas de fabricação de roupas é outra ação que tem mobilizado esforços na Riachuelo. Além de garantir a saúde e a segurança dos produtos para os clientes, a empresa cuida do meio ambiente. Considerando a alta escala da produção da empresa, avanços aparentemente pequenos têm potencial para gerar resultados significativos.

A mesma lógica tem sido aplicada na ampliação da demanda pelo algodão certificado BCI (Better Cotton Initiative), organização global que certifica produtores que seguem sete princípios sustentáveis do início ao fim da produção. “Já estamos a 47% de algodão certificado neste ano”, explica Mariz.

Além dos aprimoramentos nos produtos, a estratégia de sustentabilidade do grupo é baseada também no forte compromisso com o time de quase 38 mil colaboradores e com toda a cadeia, que envolve mais de 800 empresas. “Contribuímos para a defesa dos direitos humanos em toda a nossa cadeia de fornecimento, de tal forma que nossos fornecedores precisam seguir as exigências legais em relação aos trabalhadores e ao meio ambiente”, descreve o executivo.

Um símbolo dos efeitos positivos dessa liderança está no projeto Pró-Sertão, do qual a Riachuelo é uma das apoiadoras desde o início, há oito anos. Desenvolvido no interior do Rio Grande do Norte, o projeto propiciou o surgimento de 60 oficinas de costura – que, juntas, geram 5 mil empregos. Uma das exigências para que os empreendedores locais participem do projeto é seguir os parâmetros legais, inclusive na formalização das contratações. Assim, para 90% das pessoas empregadas em decorrência do projeto, trata-se do primeiro registro na carteira de trabalho.

Os efeitos multiplicadores dessa iniciativa são vistos nos arredores das oficinas. Surgem novos negócios de todos os tipos, cada um deles com sua própria cadeia. “Instala-se uma concessionária de motos aqui, uma loja de carros usados ali, e em decorrência disso uma oficina, depois um posto de combustíveis”, exemplifica Mariz. “Não é por acaso que a gente costuma dizer que cada emprego no varejo dá origem a outros dez empregos.”

Enfrentamento da pandemia

Num cenário de emergência como o decorrente da pandemia, as prioridades sociais da companhia tiveram que ser redirecionadas. A empresa manteve o funcionamento presencial apenas em operações essenciais e criou um serviço de teleatendimento médico e psicológico para os colaboradores e seus familiares.

Com o propósito de assegurar a sobrevivência dos fornecedores durante a crise, a Riachuelo desenvolveu uma série de facilidades financeiras e gerou renda por meio da produção de mais de 9 milhões de máscaras e outros itens de proteção individual, que foram doados a dezenas de instituições espalhadas pelo País, especialmente hospitais e secretarias municipais e estaduais de saúde, com valor total acima de R$ 40 milhões.

Assista ao vídeo "Moda que transforma" 

 

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