Syngenta eleva meta de vendas para culturas mais importantes

A Syngenta, maior companhia de agroquímicos do mundo, aumentou sua meta de receita para as oito culturas mais importantes, prevendo que inovação e um negócio mais integrado vão mais que dobrar as vendas de sementes e produtos de proteção à safra até 2020.

Reuters

24 de setembro de 2012 | 12h53

A empresa suíça, que no ano passado combinou pesticidas, fungicidas, herbicidas e sementes em uma única divisão, disse nesta segunda-feira esperar que a venda de produtos para as oito principais culturas atinja 25 bilhões de dólares ao final dessa década.

Anteriormente, ela tinha como meta que as vendas para milho, trigo, soja, arroz, cana-de-açúcar, hortaliças, grãos diversos e culturas especializadas atingissem 22 bilhões de dólares.

As maiores companhias de sementes de proteção às lavouras estão lutando para desenvolver novas tecnologias que possam melhorar a produtividade para os produtores, que enfrentam condições climáticas cada vez mais extremas.

Na sexta-feira, a Syngenta fechou acordo para comprar a empresa belga de sementes Devgen, atraída em parte pela tecnologia RNAi -mecanismo natural de regulação de genes específicos, que os cientistas querem usar para reduzir os danos às safras.

"Tenho o prazer de dizer que o sucesso em ambas as áreas (inovação e os negócios recém simplificados) nos permitiu aumentar nossas expectativas de crescimento futuro em nossas oito safras estratégicas", disse o presidente-executivo, Mike Mack.

No ano passado, as vendas das safras chegou a 12,4 bilhões de dólares.

(US$1=0,7699 euros)

(Reportagem de Andrew Thompson)

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