Talento precoce já sonhou ser presidente do Brasil

Quando tinha 14 anos, ele revelou ao Estado que pretendia cursar Ciências Políticas para iniciar sua carreira rumo ao Palácio do Planalto

Edmundo Leite, O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2015 | 02h03

Fanático pelo Fluminense e admirador da apresentadora Angélica, na época uma menina um pouco mais velha que ele, Ricardo Tadeu era aparentemente um garoto como vários outros naquela virada da década de 80 para os anos 90. Mas a genialidade precoce era evidente para os que conviviam com ele. Nem mesmo a exposição na mídia o fez perder o rumo. Antes de entrar na faculdade já tinha uma coluna sobre tecnologia no extinto jornal carioca Última Hora. Após a incomum trajetória acadêmica, se formou como o mais jovem advogado do Brasil. As ótimas notas e o prestígio já correndo pelo mercado fizeram com que recebesse o diploma com um emprego dos sonhos para quem amava o futebol e o direito: uma vaga na empresa de outro gênio precoce, o craque Pelé. Nessa época, Ricardo Tadeu já começava a se especializar em justiça esportiva.

Mas não eram apenas as paixões de garoto que faziam a sua cabeça pensar nas possibilidades para o futuro. Em dezembro de 1990, quando tinha 14 anos de idade, ele revelou ao caderno de vestibular do Estado que pretendia cursar Ciências Políticas para iniciar sua carreira rumo ao Palácio do Planalto.

 

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