Narong Sangnak/EFE/EPA/
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Tarifas dos EUA 'não são a forma correta de resolver tensões comerciais', diz China

Donald Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 10% sobre US$ 300 bilhões em produtos importados do país asiático

Redação, O Estado de S.Paulo

02 de agosto de 2019 | 01h47

BANGCOC  - O ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, criticou nesta sexta-feira, 2, a decisão do presidente americano, Donald Trump, de impor novas tarifas às exportações de seu país, um gesto que considerou "não ser construtivo". Segundo ele, a medida "não é a forma correta de resolver tensões comerciais". 

Em reunião ministerial em Bangkok, Wang declarou que "impor tarifas não é, de nenhuma maneira, um modo construtivo de resolver os atritos econômicos e comerciais".

O presidente americano anunciou nesta quinta-feira, 1.º, a imposição de uma tarifa de 10% sobre US$ 300 bilhões em produtos importados da China. Segundo Trump, a medida entrará em vigor em 1.º de setembro e afetará mercadorias que ainda não foram alvo de ação similar dos americanos. Com a decisão, todos os produtos exportados pela China para os Estados Unidos passam a ser taxados, com tarifas que vão de 10% a 25%.

Ainda assim, Trump disse que espera "continuar com nosso diálogo positivo com a China para um acordo comercial" e afirmou "sentir que o futuro entre nossos dois países vai ser muito brilhante".

China voltou atrás sobre acordo

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, defendeu nesta sexta o anúncio de novas tarifas do seu país a produtos chineses e recriminou Pequim por ter voltado atrás de um princípio de acordo fechado na última rodada de negociações.

"Durante décadas, a China tem se aproveitado do comércio à custa dos EUA e de outros países na Ásia. Isto tem que acabar. O presidente Trump diz que vai regular isso. E regulá-lo requer determinação", disse Pompeo em Bangcoc. / AFP, Dow Jones Newswires e EFE

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