Tarifas: falta de clareza prejudica clientes

No levantamento anual de tarifas do Procon-SP - órgão da Secretaria da Justiça do Governo do Estado de São Paulo - os técnicos do órgão constataram diversas dificuldades, tais como: informações desencontradas entre agência e setor que elabora as tabelas, critérios diferenciados na cobrança de tarifas, prática interna diversa do estipulado nas tabelas de afixação obrigatória, diversificação da nomenclatura dos produtos/serviços de banco para banco e falta de clareza nos valores informados. Os técnicos do Procon-SP consideram isso um problema grave. Isso porque, se para eles, que são especialistas em defesa do consumidor, acompanhar a evolução das tarifas é uma tarefa extremamente confusa, para o consumidor, que em grande parte dos casos não conhece a terminologia, torna-se uma tarefa quase impossível. Os técnicos acreditam que a uniformização da linguagem nas tabelas de tarifas bancárias torna-se essencial, pois o consumidor tem direito a informações claras e precisas para poder exercer o seu direito a escolha.Os técnicos lembram que muitos bancos continuam oferecendo "pacotes" de produtos/serviços tarifados, dos quais, pela diversidade na apresentação, não é possível efetuar pesquisa comparativa. O consumidor deve avaliar previamente a real necessidade da contratação desses produtos/serviços, bem como a freqüência da sua utilização, para optar pela forma de pagamento mais vantajosa.Orientação ao consumidorO Procon-SP orienta que, diante das grandes disparidades levantadas, o consumidor deve pesquisar e buscar esclarecimentos quanto à nomenclatura dos bancos para produtos e serviços. O resultado da pesquisa encontra-se à disposição dos interessados para consulta nos postos de atendimento pessoal,(Poupatempo Sé, Itaquera, Santo Amaro), pelo telefone (3824-0446) ou pela Internet (veja link abaixo).

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